Fazenda

Fazenda modelo ganha investimento de R$ 20 milhões

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A fazenda irá servir como uma “Fazenda Vitrine” da pecuária sustentável para a pecuária brasileira; Confira abaixo as informações!

Fonte: CompreRural. Imagem principal: Depositphotos (Meramente ilustrativa).

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A nova unidade de pesquisa não será apenas uma vitrine da mais alta tecnologia da pecuária sustentável para o Estado de São Paulo, mas para todo o País. A partir deste centro, serão desenvolvidas e avaliadas tecnologias que possam ajudar a reduzir a emissão de gases de efeito estufa de bovinos. E mostrar como o boi brasileiro é o mais sustentável do mundo.

O primeiro Centro de Pesquisa em Pecuária Sustentável do País, que será sediado no município de São José do Rio Preto, segundo a Renata Branco, pesquisadora do Instituto de Zootecnia (IZ), que faz parte da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

A fazenda modelo terá uma área de 220 hectares e receberá um investimento inicial de R$ 20 milhões. Aproveite para conferir algumas fotos da vista aérea de um dos grandes polos regionais da APTA, o de Colina, que é conhecido como o berço do boi 7.7.7.

“Atualmente trabalhamos em vários elos da sustentabilidade da cadeia produtiva, mas com a criação deste Centro de Pesquisa pretendemos coordenar as pesquisas e fomentar a cadeia produtiva, conectando todos os elos”, enfatiza a diretora do Departamento de Gestão Estratégica da APTA e pesquisadora do IZ, Renata Branco.

Renata, que coordenará a implantação e os trabalhos desenvolvidos no novo Centro, diz que hoje existem projetos pontuais, mas é necessária a conexão, para estabelecer o ciclo completo de produção para a cadeia da carne bovina sustentável. “Com isso, conseguiremos dimensionar a emissão e a mitigação de metano em todas as fases do ciclo produtivo”.

Segundo Renata, a expectativa é que o novo centro auxilie o Estado de São Paulo a colaborar com o plano estadual de neutralidade climática. Além de ajudar o Brasil a cumprir com o acordo feito na COP26, juntamente com mais de 100 países, em reduzir a 30% as emissões dos gases de efeito estufa, com base nos dados de 2020. “E por que esta colaboração para o Brasil? Porque daqui do Estado de São Paulo sai grande parte das tecnologias utilizadas no país inteiro”.

A escolha da fazenda do IZ em Rio Preto é considerada ideal para o novo Centro, por ser uma fazenda média, de fácil acesso e que já desenvolve pesquisas, mas que, a partir de agora, terá uma identidade única, diferente das outras unidades do Instituto, que possuem vários centros de pesquisas. “Teremos ali um único objetivo, que facilitará a entrega de tecnologias a toda cadeia produtiva”, destaca Renata.

O produtor irá saber o que terá e como fazer para que a pecuária conduzida por ele seja mais eficiente, como cuidar da pastagem e quais dietas devem ser utilizadas. Terá também acesso a novos produtos e processos desenvolvidos. Será uma fazenda modelo para difusão de informações e tecnologias com parcerias público-privadas por meio de capacitações técnicas dentro da fazenda.

“Tudo que acontecerá, desde o primeiro plantio, será demonstrado ao produtor. Começaremos a trabalhar na terra agora em junho, que será a primeira safra de integração lavoura-pecuária, com plantio de soja, milho e, na entressafra, retorna com o boi”, detalha Renata.

Ainda segundo as informações, as pesquisas estarão relacionadas a aditivos nutricionais para bovinos em confinamento, recria intensiva, terminação intensiva a pasto, e confinamento. O centro já faz parte de uma parceria público-privada, segundo a pesquisadora. Entre as empresas que estão participando estão a JBS, a DSM, a Silvateam e a Alltech.

A Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, tem a missão de coordenar e gerenciar as atividades de ciência e tecnologia voltadas para o agronegócio. Sua estrutura compreende o Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) e Instituto de Zootecnia (IZ), além das 18 Unidades Regionais distribuídas estrategicamente no Estado de São Paulo e do Departamento de Gestão Estratégica (DGE).

As unidades de pesquisa da APTA atendem à demanda tecnológica das diversas cadeias de produção do agronegócio, utilizando seu potencial de geração e transferência de conhecimento em uma visão de desenvolvimento sustentado, com foco na inovação com responsabilidade social e ambiental. Para isso, está respaldada pela capacitação profissional de seus pesquisadores e técnicos.

Por meio de suas atividades de pesquisa e produção de bens e serviços, a APTA contribui para o desenvolvimento regional, inovação científica e tecnológica e fortalecimento da economia baseada no agronegócio.

Fonte: CompreRural. Imagem principal: Depositphotos (Meramente ilustrativa).

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