Otimismo da safra de milho do (SC)

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Produtores de milho estão otimistas com a safra em Criciúma (SC). Nossa expectativa é atingir a média de 120 sacas por hectare.

 

Recuperar o prejuízo da safra do ano passado é a perspectiva dos produtores de milho da região para este ano. A estiagem que assolou as lavouras do grão levou muitos produtores a contabilizar 100% de perda. De apenas 70 sacas por hectare colhidas na última safra, o produtor Márcio Demboski, do Bairro Linha Batista, pretende voltar a média de 130 sacas por hectare.

 

“As chuvas da semana passada que chegaram a 38 milímetros ajudaram muito, já que estávamos começando a nos preocupar. Esperamos que esta semana e a próxima chova novamente para ficarmos tranquilos. Estamos bastante otimistas que essa colheita seja melhor que a de 2012”, destaca o produtor, que plantou 30 hectares do grão. Somente na última safra as perdas de Demboski chegaram a R$ 45 mil.

 

“Conseguimos equilibrar as contas por conta das lavouras de fumo e feijão que também temos na propriedade”, informa o agricultor. De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri de Criciúma, Roberto Longhi, a safra de milho deverá chegar a aproximadamente 13 mil toneladas no município, cerca de 30% desta quantidade é destinada a silagem. “Nossa expectativa é atingir a média de 120 sacas por hectare e podendo chegar em algumas propriedades a 150 sacas por hectare”, estima Longhi.

 

Em Criciúma, são aproximadamente 250 famílias produtoras do grão que cultivam ao todo 1,8 mil hectares. Dezembro de poucas chuvas Segundo o doutor em climatologia, Márcio Sônego, dezembro ficará abaixo da média histórica para o período.

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“Os meses de outubro e novembro choveram abaixo da média. Para esta semana e a próximo haverá pouca chuva e dezembro assinala pouca precipitação. Esperamos que a chuva chegue na hora certa para que o grão escape e consiga se desenvolver bem este ano”, comenta Sônego. O especialista explica que no ano passado a estiagem se estendeu desde o início do ano, agravando a situação das lavouras.

 

Fonte: A Tribuna – CriciúmaDeize Felisberto.


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