Mais grão, menos óleo

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O balanço sobre as importações da China de 2013 expõe o interesse cada vez maior do país na compra de soja em grão. E, por outro lado, o quanto Pequim refuta a compra do mesmo produto processado, na forma de óleo e farelo. Com capacidade de processamento ociosa, o país asiático prefere o produto sem valor agregado.

 

Maior comprador mundial de soja, a China importou um volume recorde da oleaginosa em 2013, à medida que sua indústria de esmagamento continua a expandir a capacidade a fim de atender à forte demanda doméstica por carne rica em proteínas. Comprou 63,38 milhões de toneladas do grão em 2013 – com alta de 8,6% ante o volume do ano anterior, mostraram dados preliminares da Administração Geral das Alfândegas, divulgados ontem.

 

Paralelamente, o país importou 8,1 milhões de toneladas de óleos vegetais em 2013. O número representa queda de 4,2% ante o ano passado. A capacidade de moagem da China atingiu 140 milhões de toneladas no final do ano passado, um aumento de 17% ante 2012. Cerca de 20 novas esmagadoras estão sendo construídas ou planejadas.

 

Liderança

63% de toda a soja em grão negociada no mercado global é comprada pela China, maior importador do Brasil.

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Fonte: Agronegócio Gazeta do Povo (AgroGP).


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