Período proibido de queimadas no MT
MT tem 2,8 mil focos de calor durante período proibitivo de queimadas.
Campinápolis está no topo da lista com 184 focos registrados.
Período proibitivo segue até o dia 15 de setembro no estado.
Mais de 2,8 mil focos de calor foram registrados em Mato Grosso no primeiro mês do período proibitivo de queimadas, de 15 de julho a 15 de agosto. De acordo com dados divulgados pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Ceptec/Inpe), as 10 cidades com mais registros de focos, pela ordem, são: Campinápolis, Colniza, Feliz Natal, Novo Nazaré, São Félix do Araguaia, Gaúcha do Norte, Alto Boa Vista, Nova Maringá, Paranatinga e Juara. No total, o estado contabilizou 2.804 focos no período.
Campinápolis, a 565 km de Cuiabá, teve 184 focos. A cidade de Colniza, a 1.065 km da capital, teve 151 focos de calor em um mês e Feliz Natal, a 538 km de Cuiabá, que aparece em terceiro lugar na lista, teve 145. Conforme os dados do Inpe, Cuiabá ficou em 77º lugar com cinco focos de calor registrados em 30 dias.
Em todo o ano de 2014, Mato Grosso registrou 8.278 focos de calor. Esse número já ultrapassa a média dos anos anteriores. A média histórica do mês de agosto é de 8.205 focos e neste ano foram registrados 73 a mais. Em relação ao mesmo período do ano passado, o estado contabilizou 6.509.
De acordo com o major do Corpo de Bombeiros e secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, Ramão Correa Barbosa, nem todos os focos de calor que foram registrados podem ser considerados queimadas. “Um foco de calor é considerado pelo satélite de referência do Inpe quando ultrapassa os 47°C. Já as queimadas, são identificadas quando o satélite informa que naquela região está pegando fogo”, disse o secretário em entrevista ao G1.
Combate e prevenção
Para fazer o combate e prevenção dos focos de calor e queimadas, o Corpo de Bombeiros, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), as prefeituras, Defesa Civil e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) trabalham integrados no Comitê Estadual de Gestão do Fogo.
Segundo o secretário, o programa é montado no primeiro mês de cada ano. “Nós nos reunimos mensalmente para definir quais serão as etapas dos trabalhos que devem ser realizados. A primeira delas é a prevenção, a segunda é a preparação e, a terceira, resposta rápida, que é a fase em que estamos agora ”, comentou.
Conforme o major, durante as reuniões eles fazem um levantamento das cidades que não têm base do Corpo de Bombeiros e ficam em alerta naquela região. “Quando pega fogo e a equipe de brigadistas da cidade não tem como resolver, nós mandamos uma equipe para combater o incêndio”, disse.
O Comitê Estadual de Gestão do Fogo trabalha com helicópteros, aviões e as equipes de profissionais de cada órgão. Conforme o secretário, em cada cidade quem trabalha para o combate e prevenção são a prefeitura e a Sema. No Estado, é a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e a Sema. Já em nível Federal, quem monitora as equipes é o Ibama.
Multa
Ainda segundo o major, os terrenos em áreas abertas que não forem limpos e pegarem fogo devem gerar multa ao proprietário equivalente a R$ 1 mil. Já em áreas de preservação, o valor pode subir a até R$ 5 mil.
O período proibitivo de queimadas segue até o dia 15 de setembro.
Fonte: G1 MT.
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