Milho safrinha começa a ser colhido em MS

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Ainda que de modo tímido, em apenas algumas propriedades onde foram plantadas variedades super precoces, a colheita do milho safrinha já começou em Mato Grosso do Sul. A informação é do engenheiro agrônomo e analista da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado (Famasul), Leonardo Carlotto.

Segundo ele, entretanto, a maior parte dos produtores do Estado deve colocar as máquinas nas lavouras a partir da segunda quinzena de junho. Na próxima semana, ele adianta, que a Famasul e a Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja/MS) devem fazer, inclusive, o lançamento oficial da colheita do cereal em Mato Grosso do Sul.

A expectativa é que o Estado conclua a colheita do grão entre o fim de julho e o começo de agosto. Nesta safrinha, os agricultores sul-mato-grossenses plantaram 1,420 milhão de hectares com milho. A última estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada no início de maio, era de que Mato Grosso do Sul produzisse 6,674 milhões de toneladas do cereal.

Entretanto, Carlotto, diz que essa projeção não deve ser atingida. A estiagem prolongada em algumas das principais regiões produtoras e o ataque de pragas, devem fazer com que essa estimativa seja revista para baixo em pelo menos 100 mil toneladas, aponta ele.

De acordo com o agrônomo, técnicos do Projeto de Informações Geográficas do Agronegócio do Estado (SIGA MS) estão a campo nesta semana para avaliar o real impacto do fator clima e das pragas nesta safrinha.

Ele adianta, no entanto, que em pelo menos sete dos 20 municípios com maior área cultivada com o grão, produtores relataram que as perdas devem chegar a 18% do previsto.

Alta no preço da saca

Enquanto os produtores se preocupam com as perdas na lavoura, o preço do milho reagiu no mercado local na terceira semana de maio, de acordo com dados da circular do SIGA MS divulgada nesta segunda-feira (27). Após acumular sucessivas quedas de preço, o valor da saca do cereal teve média de alta no Estado de 3,18%, chegando a picos de 5,26% em Maracaju, Ponta Porã e Sidrolândia.

Fonte: Agrodebate

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