Embrapa lança novas árvores

Compartilhar

Embrapa lança novas árvores do conhecimento sobre espécies com potencial energético

Mamona, gergelim e agroenergia são os temas das três novas Árvores do Conhecimento que acabam de ser lançadas pela Agência de Informação Embrapa (AIE), resultado da parceria entre a Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), a Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), Embrapa Algodão (Campina Grande/PB) e Embrapa Agroenergia (Brasília/DF). A partir de agora, estão disponíveis para a consulta 28 árvores na categoria Cultivo, três da categoria Criações e nove temáticas.

 

Cultivada principalmente na região Nordeste do Brasil, a mamona (Ricinus communis L.) é uma das espécies mais versáteis e de maior potencial de uso na indústria, entre as quais a de próteses ósseas e a de lubrificantes de motores. Desde 1987, a Embrapa coordena pesquisas na área e já desenvolveu quatro cultivares e vários sistemas de informação.

 

Na Árvore do Conhecimento Agroenergia, a proposta foi reunir e oferecer informações sobre as formas de obtenção de energia proveniente da agricultura, a partir de quatro grandes temas: álcool, biodiesel, florestas e resíduos (dejetos agropecuários da agricultura).

 

O assunto é um dos principais destaques da pauta científica internacional, principalmente considerando-se o fato de que vários estudos apontam para o esgotamento das fontes de energia fóssil já nas próximas quatro ou cinco décadas. Aliado a isso, está a necessidade urgente de alternativas que conciliem o desenvolvimento à sustentabilidade e, em especial, às alterações climáticas. Socioeconomia, pesquisa, desenvolvimento e inovação, e o Plano Nacional de Energia (PNE 2030) são outros temas também abordados e complementados com material de consulta.

Anuncio congado imagem

 

O gergelim (Sesamum indicum L.), uma das oleaginosas mais antigas e usadas pela humanidade, é o tema de outra das novas árvores do conhecimento que acabam de ser lançadas. Introduzido no Brasil pelos portugueses, no século XVI, é plantado tradicionalmente na região Nordeste para consumo local, e vem sendo explorado comercialmente no Centro-Sul, especialmente no estado de São Paulo, que atende ao segmento agroindustrial de óleos e de alimentos in natura.

 

Fonte: Embrapa


Compartilhar

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *