Área plantada diminuiu e o excesso de chuva afetou as lavouras. Para compensar, o preço reagiu.
Ainda tem feijão plantado no campo e o grão que chega à indústria está com preço bom. No Paraná, a saca de 60 quilos do feijão carioca é vendida por, no mínimo, R$ 200. Dependendo da qualidade do produto, o preço pode chegar a R$ 230, 20% a mais que na última safra.
Em compensação, a produção diminuiu cerca de 4% no estado. Na safra passada, 336 mil toneladas de feijão saíram das lavouras paranaenses, agora, a expectativa é colher 13 mil toneladas a menos.
O engenheiro agrônomo Jhonatan Pontarollo explica que o feijão acabou perdendo espaço para a soja e o milho e a chuva em excesso também atrapalhou.
Em uma cooperativa, a perda vai ser de 30%. No estoque, onde normalmente nesta época do ano a área deveria estar cheia de sacos de feijão, o produto ocupa só um cantinho do barracão. “Além de ter plantado menos, o clima agora não dá condição de colher”, explica Everson Lugarezi, gerente da cooperativa.
O Paraná é o principal produtor de feijão da primeira safra, responde por quase 20% da produção nacional. O produtor Wilhem Bowmann pretendia colher duas toneladas e meia de feijão por hectare, mas o tempo instável acabou atrapalhando os planos e mesmo com o preço em alta, ele diz que ainda não dá pra ficar tranquilo.
Fonte: Globo Rural
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