Devolução de embalagens de agrotóxicos no MS

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Em MS, devolução de embalagens de agrotóxicos cresce acima do país.

No estado, índice de crescimento na devolução foi de 8%, no Brasil de 7%.

Cerca de 95% das embalagens vazias de defensivos podem ser recicladas.

O volume de embalagens de defensivos agrícolas recolhidas em Mato Grosso do Sul no acumulado de janeiro a novembro de 2014 cresceu 8% em relação ao 2013, passando de 2.512 toneladas para 2.724 toneladas.

O percentual de crescimento do estado, conforme o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) está acima do índice do país que teve um incremento no período de 7%, saindo das 37.729 toneladas e atingindo as 40.411 toneladas.

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Conforme a entidade, com essa quantidade de recipientes de agrotóxicos recolhida, o estado ocupa a sétima posição no ranking nacional de recebimento de embalagens vazias de defensivos.

A primeira posição é de Mato Grosso, com 9.390 toneladas este ano, seguido por Paraná, com 5.120 toneladas, São Paulo, com 4.577 toneladas, Goiás, com 4.287 toneladas, Rio Grande do Sul, com 4.198 toneladas e da Bahia, com 3.130 toneladas.

O Inpev representa as empresas fabricantes dos agrotóxicos no Sistema Campo Limpo, que reúne todos os elos da cadeia que produz, utiliza, comercializa e fiscaliza o uso destes produtos, como os agricultores, canais de distribuição e o poder público, em um esforço para fazer o recolhimento dos recipientes vazios dos produtos.

Reciclagem

De acordo com o Inpev, 95% das embalagens vazias de defensivos agrícolas colocadas no mercado podem ser recicladas, desde que após o uso dos produtos que contém elas passem pela lavagem correta (tríplice lavagem).

Os recipientes que não passaram pela tríplice lavagem e ainda os que não são laváveis, são incinerados.

Fonte: Agrodebate.


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