Búfalos aprimoram ILPF na Região Sul
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Criação de bubalinos na integração lavoura-pecuária-floresta tem resultado em renda extra na Fazenda São João, em Passo Fundo, RS.
A criação de bubalinos na integração lavoura-pecuária-floresta tem resultado em renda extra na Fazenda São João, em Passo Fundo, RS. A experiência será apresentada no dia de campo que acontece em 23 de setembro na propriedade. Manejar bem as pastagens é o segredo de sucesso do produtor e médico veterinário João Kurtz Amantino. Há mais de 40 anos, o produtor trabalha com produção de leite, num plantel de 270 vacas Holandês, além da produção de soja, milho e trigo onde o melhoramento de campo nativo resultou numa produtividade de grãos até 40% superior. Apesar de se tornar referência em integração lavoura-pecuária leiteira, é o plantel de búfalos que o produtor gosta de mostrar: “Comecei com um touro há 30 anos para experimentar. Logo chegaram duas fêmeas e hoje são 40 animais. Minhas roçadeiras naturais, que ganham pouco e retornam muito”, conta Amantino.
O Brasil detém o maior rebanho de búfalos das Américas, com 3 milhões de animais, porém, na Região Sul, a pecuária sempre privilegiou animais de raças europeias na produção de carne ou leite, com pouca presença de bubalinos nos campos.
Na Fazenda São João, os búfalos fazem parte do sistema, buscando o melhor aproveitamento das pastagens em campo nativo melhorado: no primeiro pastejo, entram as vacas de elite, com produção diária próximo a 30 litros; após, pastejam as vacas em final de lactação; e, por último, o campo recebe os búfalos que limpam tudo o que sobrou. “Os búfalos podem consumir plantas mais duras e fibrosas, além de eliminarem as plantas daninhas uniformizando a pastagem nativa”, conta Amantino, que afirma nunca ter utilizado dessecante na área.
A rusticidade dos animais – menos suscetíveis a doenças, com couro espesso e mais adaptados a ambientes hostis – garante custo de produção 20% menor quando comparado aos bovinos. A conversão em ganho de peso também é maior do que os bovinos: na Fazenda São João os búfalos estão prontos para o abate aos 18 meses de idade, com 450 quilos.
A criação de bubalinos na integração lavoura-pecuária-floresta tem resultado em renda extra na Fazenda São João, em Passo Fundo, RS. A experiência será apresentada no dia de campo que acontece em 23 de setembro na propriedade.
Manejar bem as pastagens é o segredo de sucesso do produtor e médico veterinário João Kurtz Amantino. Há mais de 40 anos, o produtor trabalha com produção de leite, num plantel de 270 vacas Holandês, além da produção de soja, milho e trigo onde o melhoramento de campo nativo resultou numa produtividade de grãos até 40% superior. Apesar de se tornar referência em integração lavoura-pecuária leiteira, é o plantel de búfalos que o produtor gosta de mostrar: “Comecei com um touro há 30 anos para experimentar. Logo chegaram duas fêmeas e hoje são 40 animais. Minhas roçadeiras naturais, que ganham pouco e retornam muito”, conta Amantino.
O Brasil detém o maior rebanho de búfalos das Américas, com 3 milhões de animais, porém, na Região Sul, a pecuária sempre privilegiou animais de raças europeias na produção de carne ou leite, com pouca presença de bubalinos nos campos.
Na Fazenda São João, os búfalos fazem parte do sistema, buscando o melhor aproveitamento das pastagens em campo nativo melhorado: no primeiro pastejo, entram as vacas de elite, com produção diária próximo a 30 litros; após, pastejam as vacas em final de lactação; e, por último, o campo recebe os búfalos que limpam tudo o que sobrou. “Os búfalos podem consumir plantas mais duras e fibrosas, além de eliminarem as plantas daninhas uniformizando a pastagem nativa”, conta Amantino, que afirma nunca ter utilizado dessecante na área.
A rusticidade dos animais – menos suscetíveis a doenças, com couro espesso e mais adaptados a ambientes hostis – garante custo de produção 20% menor quando comparado aos bovinos. A conversão em ganho de peso também é maior do que os bovinos: na Fazenda São João os búfalos estão prontos para o abate aos 18 meses de idade, com 450 quilos.
FONTE: EMBRAPA.
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