Argentina precisa agilizar Lei de Sementes diz Syngenta

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O presidente da Syngenta Argentina, Antonio Aracre, voltou a pedir uma rápida aprovação da Lei de Sementes no país vizinho. Em entrevista a jornalistas no Congresso da Associação dos Produtores de Plantio Direto da Argentina (Aapresid), Aracre afirmou que trata-se de um dos mais importantes mercados para a empresa, mas a demora na aprovação de uma lei que proteja a propriedade intelectual pode comprometer futuros investimentos.

“Eu já falei e vou repetir: o investidor não tem uma paciência infinita. Entre a Argentina e o Brasil, se produz quase 50% da soja do mundo e seria duríssimo pra qualquer empresa sair de qualquer um dos dois mercados. Fora isso, a Argentina tem excelentes recursos humanos para pesquisa e desenvolvimento, mas a lei atual não nos protege e o Estado não atua em fiscalização de semente”, afirma Aracre, assegurando que a nova lei pode criar 100 mil empregos somente na cadeia da soja e US$ 1 bilhão em investimentos.

O presidente da Syngenta Argentina também se mostrou cético quanto a possibilidade dos produtores daquele país não terem vontade de pagar pela tecnologia: “Duvido que, com novas regras e fiscalização, o produtor se negue a investir na tecnologia que tanto necessita. Claro que não vamos legislar sobre o passado, somente sobre contratos futuros”, declarou.

Sobre a nova administração argentina, o presidente da Syngenta afirmou que foram tomadas as medidas que os produtores precisavam, mas precisaria ir adiante. “A política da administração da anterior fez com que o boom das commodities fosse anulada na Argentina e a rentabilidade fosse a mesma de 2001. Agora, a nova administração vai favorecer totalmente a exportação, que é o que faz sentido para a Argentina, e os resultados virão rápido. Mas falta a parte da agroindústria e a segurança jurídica, aí sim o investimento no país será massivo” conclui.

 

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems

O presidente da Syngenta Argentina, Antonio Aracre, voltou a pedir uma rápida aprovação da Lei de Sementes no país vizinho. Em entrevista a jornalistas no Congresso da Associação dos Produtores de Plantio Direto da Argentina (Aapresid), Aracre afirmou que trata-se de um dos mais importantes mercados para a empresa, mas a demora na aprovação de uma lei que proteja a propriedade intelectual pode comprometer futuros investimentos.

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“Eu já falei e vou repetir: o investidor não tem uma paciência infinita. Entre a Argentina e o Brasil, se produz quase 50% da soja do mundo e seria duríssimo pra qualquer empresa sair de qualquer um dos dois mercados. Fora isso, a Argentina tem excelentes recursos humanos para pesquisa e desenvolvimento, mas a lei atual não nos protege e o Estado não atua em fiscalização de semente”, afirma Aracre, assegurando que a nova lei pode criar 100 mil empregos somente na cadeia da soja e US$ 1 bilhão em investimentos.

O presidente da Syngenta Argentina também se mostrou cético quanto a possibilidade dos produtores daquele país não terem vontade de pagar pela tecnologia: “Duvido que, com novas regras e fiscalização, o produtor se negue a investir na tecnologia que tanto necessita. Claro que não vamos legislar sobre o passado, somente sobre contratos futuros”, declarou.

Sobre a nova administração argentina, o presidente da Syngenta afirmou que foram tomadas as medidas que os produtores precisavam, mas precisaria ir adiante. “A política da administração da anterior fez com que o boom das commodities fosse anulada na Argentina e a rentabilidade fosse a mesma de 2001. Agora, a nova administração vai favorecer totalmente a exportação, que é o que faz sentido para a Argentina, e os resultados virão rápido. Mas falta a parte da agroindústria e a segurança jurídica, aí sim o investimento no país será massivo” conclui.

 

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Autor: Leonardo Gottems

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