Café: Safra atual pode ser a segunda maior da história

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O primeiro levantamento de acompanhamento da safra brasileira de café (2016) foi divulgado na quarta-feira, dia 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A área total (arábica e conilon) está estimada em 2,248 milhões de hectares, praticamente a mesma da safra passada. Desse total, 271,05 mil hectares (12,1%) estão em formação e 1,97 milhões de hectares (87,9%) estão em produção.

Este ano é de bienalidade positiva na maior parte dos estados produtores. A produtividade média está estimada entre 24,84 e 26,27 sacas por hectare, um aumento de 10,4% a 16,8% em comparação com a safra passada. Além da bienalidade positiva, as condições climáticas mais favoráveis nas principais regiões produtoras justificam os ganhos de produtividade.

A produção está estimada entre 49,13 e 51,94 milhões de sacas de 60 quilos, um aumento de 13,6% a 20,1% quando comparada com a safra anterior, onde a produção foi de 43,24 milhões de sacas.

Se considerada a média de produção de 50,5 milhões de sacas, esta pode ser a segunda maior safra da história, ficando atrás apenas da produção em 2012, que foi de 50,8 milhões de sacas. O café arábica representa 76,8% da produção total e o conilon representa 23,2%.

A área com a cultura em Minas Gerais, que é o maior produtor, deve totalizar 1,03 milhões de hectares, 6,6% maior em relação à safra anterior. A estimativa de produção para a região está entre 26,99 e 28,49 milhões de sacas, aumento entre 21,0% e 27,7%, em relação à safra passada.

Para o Espírito Santo, segundo maior produtor, a expectativa de área em produção é de 410,05 mil hectares, queda de 5,4% em comparação com a safra passada. A produção está estimada entre 10,82 e 11,49 milhões de sacas, aumento entre 1,2% e 7,5% fazendo a mesma comparação.

Em São Paulo que ocupa o terceiro lugar, a expectativa de área plantada é de 200,99 mil hectares, aumento de 1,0% em comparação com a safra anterior. A produção deve ficar entre 4,81 e 5,06 milhões de sacas, aumento entre 18,5% e 24,6%, em relação à safra passada.

Fonte: Scot Consultoria.


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