Segundo o USDA, 92% da área total do cereal foi semeada com grãos geneticamente modificados.
O emprego de variedades geneticamente modificadas nas lavouras de milho e algodão dos Estados Unidos diminuiu neste ano, refletindo as dificuldades financeiras enfrentadas por produtores do país. De acordo com dados divulgados nesta semana pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), 92% da área total de milho foi semeada com variedades transgênicas neste ano, uma queda de 1 ponto porcentual ante o ano passado. Embora o milho transgênico ainda seja muito popular, o número representa a primeira queda em 15 anos, segundo o USDA.
Quanto ao algodão, houve uma diminuição de 96% para 94%. Variedades transgênicas de soja ocuparam 94% da área plantada com a oleaginosa, mesmo porcentual verificado no ano passado.
Alguns produtores optaram por variedades não-transgênicas por causa dos preços mais baixos das sementes, enquanto outros foram atraídos pelos preços mais altos que empresas de alimentos oferecem por produtos não-transgênicos.
Fonte: Estadão Conteúdo.
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