Exportações brasileiras de carne bovina

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Do gado boliviano com aftosa ao sucesso do agronegócio.

 

Quando os moradores do Território Federal do Guaporé tinham que consumir carne do gado boliviano, às vezes atingidos pela aftosa, não se poderia imaginar que poucas décadas depois Rondônia seria o sétimo estado brasileiro em termos de rebanho bovino, com quase 12 milhões e 500 mil cabeças. E que nossa carne, livre da aftosa pela vacina, desde 2003 seria exportada, com certificado de qualidade, para mais de 33 países.

 

Alguém, lá pelos anos 70, teria a visão de que este Estado, que muitos organismos internacionais queriam ver apenas floresta intocada, para que só seus interesses pudessem aproveitar nossas riquezas, teria hoje na pecuária mais da metade do seu PIB, que cresce a percentuais chineses? Ou que seríamos o nono Estado brasileiro na produção de leite? Ou ainda que mais de 20 mil trabalhadores estariam vivendo do agronegócio, nos nossos 19 frigoríficos? Claro que as respostas para essas perguntas, se feitas lá no passado, seriam num contexto de coisas impossíveis.

 

Mas aqui é Rondônia, uma terra diferenciada, um novo contexto em termos de visão de crescimento. Pena que não temos, no geral, representantes na vida pública à altura da grandeza do que a iniciativa privada tem construído. Mas, mesmo com parte dos nossos governantes jogando contra, há anos e de órgãos internacionais mandando mais, em algumas áreas, do que qualquer brasileiro, o crescimento do nosso Estado é de causar inveja a outras regiões, que empacaram no tempo ou estão com crescimento negativo.

 

Se tivéssemos uma classe política falando a mesma linguagem e com toda a sua força direcionada para o bem do Estado; se a União não deixasse os estrangeiros e seus interesses comandar regiões inteiras, estaríamos ainda melhor. Mesmo contra tudo isso, somos sim um exemplo para o Brasil. Essa é a verdade! (Por: Sérgio Pires).

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Fonte: Portal Rondônia Dinâmica.


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