Embrapa quer incluir raças comerciais no banco genetico

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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) quer integrar ao seu banco genético o material dos animais considerados formadores das principais linhagens de raças de bovinos comerciais no Brasil, como nelore, angus ou gir. Os profissionais da divisão de Recursos Genéticos pretendem conversar com criadores e associações sobre a custódia de doses de sêmen, embriões ou amostras de DNA. “Precisamos conservar o material dos fundadores dessas raças e dos grandes reprodutores“, diz o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos Alexandre Floriani Ramos, curador do banco de germoplasma animal. Ele explica que a variabilidade genética do rebanho bovino está menor. Assim, preservar o sêmen ou o DNA de animais que foram referências para o melhoramento genético é uma forma de garantir que determinadas características não se percam ao longo do caminho da produção animal. Atualmente, a divisão de Recursos Genéticos tem mais de 90 mil doses de sêmen, 450 embriões e 12 mil amostras de DNA. Do total, 80% são de bovinos, mas há também caprinos, ovinos, equinos e asininos. A estrutura para exemplares animais permite armazenar até 270 mil doses de sêmen em três tanques. Mas o espaço foi planejado para até oito tanques com capacidade somada superior a 700 mil doses. A expectativa é terminar em agosto a transferência das amostras de sêmen e dos embriões, guardados no Campo Experimental Fazenda Sucupira, que pertence à Embrapa.

 

http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Pesquisa-e-Tecnologia/noticia/2016/05/germoplasma.html


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