Cinco carros que não fazem sentido algum

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Seja pela aparência fora dos padrões, pela proposta inusitada ou pela falta de funcionalidade, eles passam longe da racionalidade.

1. Aston Martin Cygnet

Uma das fabricantes mais tradicionais de superesportivos no mundo, a Aston Martin apresentou, em 2011, o Cygnet. Baseado no Toyota iQ de 2008, o compacto nunca fez sentido na gama da marca inglesa: ele estava longe de ter alto desempenho (o motor era um 1.3 de 98 cv), longe de ser um cupê esportivo e mais longe ainda de ser um legítimo Aston. Mesmo assim, ele foi oferecido apenas aos clientes da marca, no Reino Unido, até 2013.

No final das contas, o Cygnet tinha, sim, um motivo para existir. Com ele em linha, a Aston Martin tinha vantagens no programa europeu de emissões de CO2.

2. BMW GT

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Tente definir, com clareza, a que segmento o modelo da foto acima pertence. Ele não é um sedã, nem um cupê e tampouco uma perua. Para a BMW, ele é um “Gran Turismo”, como a marca batiza a linha de modelos com esta aparência, digamos, indefinida. Responsável por inaugurar a gama GT, o Série 5 GT teve uma breve passagem pelo Brasil. Já o Série 3 GT chegou por aqui em 2013 e já tem confirmada sua primeira reestilização para 2017.

3. Fiat Siena e Strada Sporting

As versões Sporting fazem sucesso entre os hatches da Fiat, como Palio, Punto e Uno. A marca, porém, quis ir além: lançou a configuração também para Idea, Siena e Strada. Para o Idea, a aparência não ficou das piores e ajudou o modelo a perder o aspecto familiar. O caso dos outros dois, no entanto, era bem diferente: nenhum tinha nexo.

A Strada ganhava faróis com máscara negra, rodas aro 16, além de uma faixa preta abaixo da grade dianteira e acabamento cinza na grade, nos faróis de neblina e nos retrovisores. A traseira tinha a inscrição “Sporting” em baixo relevo e letras garrafais. O Siena tentava ser mais discreto com rodas aro 15, pneus de perfil alto, adesivos laterais e os mesmos detalhes dianteiros da picape. A única coisa que fez sentido em toda essa história foi o curto período de vendas das versões.

4. Nissan Murano CrossCabriolet

Não condenemos, porém, a Land Rover pelo exagero. O primeiro utilitário a perder o teto foi o Nissan Murano CrossCabriolet (acima), em 2011, eleito no mesmo ano pela revista norte-americana Fortune como o carro mais odiado daquele ano.

5. Land Rover Evoque conversível

A tendência dos SUVs até é compreensível: eles oferecem mais robustez, visual exclusivo, maior sensação de segurança e, mais do que isso, estão na moda. Mas, tudo tem um limite: e criar um SUV conversível é ultrapassar essa marca. É o caso do Evoque, que ganhou uma versão sem teto fixo — que está prestes a desembarcar no Brasil.

Fonte: Quatro Rodas. Imagens: Divulgação.


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