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Patrulha De Monitoramento a Helicoverpa

Patrulha De Monitoramento a Helicoverpa na Região dos Chapadões em MS e GO.

 

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A Fundação Chapadão em parceria com as prefeituras municipais de Chapadão do Sul, MS, Paraíso das Águas, MS, Chapadão do Céu,GO e Cooperativa Copper, iniciaram um programa chamado PATRULHA DE MONITORAMENTO A HELICOVERPA, o programa consiste em três equipes formada por dois técnicos cada uma, que saem em visitas semanais as fazendas para levantarem o índice de fazendas com a presença de lagarta, número de talhões amostrados, avaliando a quantificação de ovos, de lagartas de 1º e 2º instar e de 3º e 4º instar, levanta também a efetivação ou não de produto aplicado e como esta o controle, de posse destes dados os técnicos repassam as informações ao pesquisador da Fundação Germison Tomquelski, que em seguida entra em contado com os produtores, caso haja necessidade, redefine ou mantém o posicionamento previamente programado pela fazenda.

 

Ao mesmo tempo técnicos da Fundação dispara e-mail aos produtores sobre a situação, bem como no site da Fundação tem um ícone chamado Monitoramento a Helicoverpa, onde é disponibilizado todo o levantamento. Paralelo a este programa, a Fundação em parceria com a empresa Bayer, faz o levantamento de insetos adulto (mariposas), com mais de 20 armadilhas luminosas e de feromônio espalhadas pela região, diariamente uma equipe saem para verificar a quantidade de insetos coletados, imediatamente vão ao laboratório da Fundação para procederem à identificação e a quantificação destes.

 

Edson Borges, diretor da fundação diz que diariamente são percorridos por equipe cerca de 300 km, durante os primeiros 20 dias do mês de novembro foram visitadas cerca de 120 fazendas e 271 talhões forma amostrados. O resultado de tudo isto foi que conseguimos com apoio dos consultores, produtores e gerentes de fazendas, uma conscientização geral, e assim procedemos a aplicações de produtos efetivos que conseguimos conter o avanço da Helicoverpa na região.

 

Edson, disse ainda que esta foi à primeira etapa, agora partimos para a reta final, que é: não permitir que o produtor se descuide da fase reprodutiva da soja, momento que a praga pode causa maiores danos e ao mesmo tempo não deixar que o produtor se descuide das outras pragas que atacam a lavoura de soja em especial a Ferrugem. É um trabalho continuo, porém muito gratificante, afirma Edson.

 

Fonte: O Correio News.

Equipe Agron

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