Exportação de carne suína não foi prejudicada

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O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Rui Vargas, disse nesta quarta-feira, 2, por meio de comunicado, que ‘não há nada factual de violação sanitária – presença de qualquer resíduo – na carne suína brasileira exportada para a Rússia’.

 

Segundo ele, a exigência do governo russo, no caso do frigorífico de carne suína suspenso na semana passada, é que um número maior de análises laboratoriais seja feito pelo serviço veterinário oficial brasileiro. Esse pedido por parte da Rússia já foi encaminhado ao governo, que está tomando providências, ressaltou Rui Vargas.

As análises de laboratório são feitas pelas empresas e pelo governo brasileiro. A Rússia argumenta que, pelo fato de o número de análises oficiais ainda ser menor do que o exigido por Moscou, existe o risco de serem encontrados resíduos.

Na semana passada, dia 25 de setembro, o Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) impôs restrição temporária à importação de carnes suína e bovina do Brasil, a partir de hoje. São dez frigoríficos com restrições, nove de carne bovina (seis da JBS, dois da Minerva e um da Marfrig) e um de carne suína, o Pamplona (Riosulense), em Santa Catarina.

Vargas salientou que apenas quatro unidades do País estão habilitadas a exportar para a Rússia e, destas, agora apenas três, uma vez que, na semana passada, o Pamplona foi suspenso, juntamente com outros nove frigoríficos de carne bovina.

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Fonte: Abipecs


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