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Zoneamento Ecológico-Econômico

Zoneamento Ecológico-Econômico do cerrado amapaense.

 

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O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do cerrado do Amapá é uma das reivindicações do setor produtivo para investir, por exemplo, na agricultura de escala comercial. Este trabalho já foi iniciado e uma das etapas será a apresentação, na manhã desta quarta-feira, 7, na Embrapa, de uma pesquisa sobre o mapeamento do uso das terra das áreas desflorestadas na Amazônia Legal.

 

O pesquisador Adriano Venturieri, da Embrapa do Pará, estará em Macapá especialmente para compartilhar a experiências com o Grupo de Trabalho que está fazendo o ZEE do cerrado amapaense. Ele vai apresentar também dados para a Uniformização dos Zoneamentos da Amazônia. Venturieri é coordenador do Projeto TerraClass, voltado para mapeamento do uso das terra de áreas desflorestadas.  

 

O ZEE é um estudo que vai definir a vocação econômica das áreas de cerrado do estado do Amapá e, portanto, servirá de instrumento para direcionar os investimentos da Embrapa, do Governo do Estado e de várias outras instituições no setor produtivo.

 

O Grupo de Trabalho é formado pelas Secretarias de Estado da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), do Meio Ambiente (Sema), de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Ciência e Tecnologia (Setec), além de Institutos de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap), de Pesquisas Científicas e Tecnológicas (Iepa) e Estadual de Florestas (IEF), e conta com a cooperação técnica de equipes da Embrapa Amapá e Embrapa Amazônia Oriental (Pará).

 

As as áreas de cerrado do Estado correspondem a 6,9% do território amapaense. De acordo com o levantamento da Embrapa Amapá, a área da BR-156, que liga Macapá ao município de Oiapoque, é “abraçada” pelo bioma Cerrado e esta área está totalmente fora da abrangência dos 72% da área protegida do estado do Amapá (Unidades de Conservação ou Área indígena).

 

Com relação aos produtores de grãos do cerrado do Amapá, 60% vieram da região Sul e 53% do Centro-Oeste. Quase a metade dos 15 produtores entrevistados pela Embrapa Amapá tem mais de 30 anos de experiência no ramo agropecuário, trazendo consigo a experiência adquirida em outras regiões de cerrado, o que pode levar a uma melhoria significativa na tecnologia utilizada na agricultura do estado.

 

Fonte: Embrapa Amapá.

Equipe Agron

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