Produtores do sudoeste do estado do PR contabilizam os prejuízos. Grãos estão apodrecendo dentro das vagens.
A chuva não dá trégua há duas semanas. Os pés de feijão preto, assim como a terra, estão encharcados.
A água escorre em meio a plantação formando uma espécie de corredeira. As vagens estão se abrindo e os grãos que caem na terra, germinam.
Segundo o Somar, Instituto de Meteorologia, neste mês o acumulado de chuva já é cerca de 40% maior que a média de junho em alguns municípios da região sudoeste do estado.
Nos 20 hectares de feijão plantados em Vitorino, Sandro Zilio já calcula um prejuízo de 40%.
A lavoura de feijão carioca estava seca, pronta para ser colhida quando a chuvarada começou. Por causa do excesso de umidade, agora, os grãos estão apodrecendo dentro da vagem.
Em uma cerealista, a saca do feijão de cor está valendo R$ 150, mas há duas semanas o recebimento está parado, ninguém consegue colher. Até para secar os grãos armazenados está complicado.
Fonte: Globo Rural
O preço da novilha gorda apresenta viés de alta em praças estratégicas como SP e…
O Preço da Vaca Gorda apresenta forte tendência de alta. Barretos e Araçatuba lideram com…
O preço do boi gordo apresenta novas altas em diversas regiões do Brasil. Confira a…
Confira a tabela atualizada do Preço do Boi China em todo o Brasil. São Paulo…
Confira o preço da soja hoje nas principais regiões do Brasil. Veja as variações da…
Confira a atualização do preço do milho saca de 60 kg nas principais regiões do…
This website uses cookies.