Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defende a revisão do preço mínimo do feijão como uma das medidas para “garantir o equilíbrio do quadro de oferta e demanda” do grão. Na avaliação da CNA, a decisão da Câmara de Comércio Exterior de zerar o imposto de importação do feijão até novembro vai apenas amenizar e por pouco tempo a alta de preços.
Em nota, a CNA sugere que o governo aumente o preço mínimo do feijão dos atuais R$ 72 a saca de 60 quilos para valores que cubram os custos de produção, que são estimados entre R$ 80 e R$ 100 por saca. Os novos preços mínimos do feijão e dos demais produtos agrícolas serão definidos na próxima quinta-feira, 27, durante a reunião mensal do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Outra proposta considerada essencial pela entidade é o investimento em pesquisa de novas cultivares mais produtivas e resistentes a pragas e doenças. “Na safra atual, a ocorrência da mosca branca reduziu a produtividade das lavouras em importantes regiões produtoras do país”, dizemos técnicos da CNA.
O incentivo ao cultivo do feijão irrigado e a melhoria da política de seguro rural também fazem parte do pacote de sugestões da CNA para elevar a produção nacional de feijão. A entidade também propõe aumento dos estoques nacionais, ‘especialmente do preto, que se mantém em boa qualidade quando armazenado’. A CNA sugere o lançamento de contratos de opções e operações de Aquisições do Governo Federal (AGF) para estimular o plantio de feijão em médias e grandes propriedades.
Fonte: CNA
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