A venda é certa e o preço melhor que o do milho convencional. Este ano, agricultores ampliaram área de cultivo em quase 70%.
Do plantio até a colheita foram 120 dias na fazenda de Vitório Kerlotz, em Campo Novo do Parecis, oeste de Mato Grosso.
Foram plantados 400 hectares de milho para pipoca, 100 a mais que na safra passada.
O aumento ocorre porque a empresa beneficiadora do grão para onde o agricultor vende toda a produção, está comprando mais este ano.
Vitório está vendendo a saca de 60 quilos do milho pipoca por R$ 36. As variedades de milho para ração estão valendo bem menos na região, cerca de R$ 14.
Este ano, o estado deve atingir uma produção de 170 mil toneladas da variedade pipoca, crescimento de quase 70% na comparação com o ano anterior.
O incremento registrado nesta segunda safra é resultado das condições favoráveis do tempo, sol e chuva na medida certa durante o cultivo e seca agora na colheita.
Dos quatro mil hectares cultivados na propriedade que Antônio de Souza Santos gerencia, as colheitadeiras separam o cereal em 1,2 mil hectares. As máquinas chegam a colher 2,5 mil sacas por dia para suprir a expectativa de mercado. “Esperamos vender todo o produto e por um preço bom”, diz.
Outras importantes regiões produtoras de milho pipoca são o Rio Grande do Sul e Goiás.
Fonte: Globo Rural
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