Desenvolvimento sustentável

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Presidente do CFMV enfatiza a importância das classes no desenvolvimento sustentável.

No Dia do Meio Ambiente, o Presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, lembrou-se da importância da data enfatizando o papel crucial dos Médicos Veterinários e Zootecnistas no equilíbrio do meio ambiente e no bem-estar da sociedade. De acordo com Arruda, “a participação da produção animal na qualidade de vida de todos é de extremo significado, não somente em função da produção da proteína nobre, mas também na economia por meio da geração de emprego e renda, propiciando avanços nas políticas públicas dos administradores comprometidos com o povo”, disse.

 

Compreender o termo sustentabilidade como o conjunto de ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais, segundo Arruda, resulta na preocupação salutar que cada profissional da Veterinária e da Zootecnia deve ter em exercer suas atividades com compromisso e ética. “Que sejamos profissionais conscientes na busca incessante do equilíbrio entre o social, o ambiente e o econômico. Nossa função é promover mudanças”.

 

Nós no meio ambiente

A vida no planeta depende de nós, dos nossos atos, das nossas ações e dos nossos compromissos com o futuro. A responsabilidade é nossa, principalmente nós Médicos Veterinários e Zootecnistas.

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A participação da produção animal na qualidade de vida de todos é de extremo significado, não somente em função da produção da proteína nobre, mas também na participação da economia por meio da geração de emprego e renda, propiciando avanços nas políticas públicas dos administradores comprometidos com o povo.

 

Se compreendermos que o termo sustentabilidade significa o conjunto de ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações, entenderemos que ao usarmos os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro, estaremos produzindo com sustentabilidade. Se nos preocuparmos para que as nossas ações estejam voltadas, principalmente, para a produção pecuária, no sentido de que a nossa responsabilidade é com o conjunto “ser humano, animal e meio ambiente”, estaremos trabalhando com sustentabilidade.

 

Somos interdependentes e assim devemos viver para que a vida continue e para que possamos deixar um mundo melhor aos que virão. A adoção de ações de sustentabilidade garante, a médio e longo prazo, um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, dentre elas, a humana. A produção sustentável garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção da fauna, florestas, matas, rios, lagos e oceanos, e principalmente, da qualidade de vida para as futuras gerações.

 

De quem mesmo será a culpa por toda a destruição e o desmatamento gerado pela exploração? Dos comerciantes – que não souberam buscar formas de ganhar a vida outra forma? Dos governantes – que não tiveram a capacidade de entender que votos lhes dão a possibilidade de assumir a coragem de sonhar? Dos cientistas – que não souberam aplicar a linguagem simples do entendimento? Dos empresários – que nunca abandonaram as suas perspectivas de ganhar cada vez mais, não se importando com as consequências? Dos pobres – que precisavam melhorar de vida e se integram ao mundo do consumismo desenfreado? Dos sonhadores – que imaginam que a natureza é pródiga em estar se recompondo continuamente? Não vamos buscar culpados.

 

Vamos nos preocupar com a formação heterodoxa com atividades carregadas de compromisso e ética. Que sejamos profissionais conscientes na busca incessante do equilíbrio entre o social, o ambiente e o econômico. Nossa função é promover mudanças, sobretudo na mentalidade do produtor rural, ou melhor, do empresário rural. Sabemos da importância da preservação e conservação dos recursos e o contato direto que temos com a natureza nos permite avaliar melhor nossas ações para produzirmos o menor impacto possível.

 

 

É possível produzir, cuidar do meio ambiente e do bem estar das nossas comunidades. Temos visto, de forma constante, a divulgação de dados que demonstram o impacto negativo da produção animal em relação ao meio ambiente. Dentre eles, destacamos: áreas de desmatamento, quantidade de água utilizada para engorda e manejo dos animais, volume de gases produzidos pelos ruminantes que causam o efeito estufa e rompem a camada de ozônio, entre outros pontos. Não vem ao caso as diferente metodologias apresentadas. Na verdade, produzir não é fácil, vejamos:

 

1- Qualquer atividade produtiva traz impactos negativos para o meio ambiente, em maior ou menor grau;

2- A sobrevivência das sociedades depende do alimento produzido pela agropecuária, já que os alimentos são gerados com a utilização do solo e da água;

3- As indústrias não produzem alimentos, são meras transformadoras do que é produzido no campo;

4- Para que haja produção de alimentos, a utilização dos recursos naturais é inevitável, pois sem o solo e a água não temos como alimentar os humanos e os animais;

5- Interdependência entre sociedade e meio ambiente (sócio-ambiental), pois somos parte de um conjunto;

Eis razões que nos levam a ter maior cuidado com o meio ambiente hoje e sempre, para que os impactos não sejam destrutivos do amanhã.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação CFMV. Médico Veterinário Benedito Fortes de Arruda.


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