Avicultores de GO se adequam à novas normas

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Medidas foram adotadas para evitar doenças como a gripe aviária. Regras são da Organização Internacional de Saúde Animal.

 

 

Adelurdes Borges Ávila tem uma criação de aves caipira que dá gosto de ver. São cerca de 400 cabeças no sítio em Trindade, região central de Goiás.

Os galinheiros são simples, tem uma parte coberta onde ficam os comedouros e bebedouros de água e uma outra parte cercada por telas comuns, com malhas grandes.

Pelas regras do Ministério da Agricultura, com esse tipo de instalação, ela só pode comercializar as aves no mercado local ou intermunicipal.

Para fazer negócios fora do estado, a criadora precisa se adequar às regras da instrução normativa número 36, que no final do ano passado desobrigou do registro, os estabelecimentos com até mil aves, mas limitou a área de comércio.

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Mesmo assim, a criadora quer se adequar às normas para poder fazer negócios fora da região.

Para cobrir e cercar o galinheiro, ela deve gastar R$ 4,8 mil só com a tela de dois centímetros. Outro gasto vai ser com o bebedouro, o investimento passa de R$ 5 mil só em um viveiro.

A tela é para impedir a entrada de pássaros nos galinheiros, uma forma de prevenir surtos de salmonella, doença de newcastle e gripe aviária.

O presidente da Associação dos Criadores de Aves Caipira de Goiás, Antônio Carlos Andrade, explica que estão obrigados a atender às normas, os produtores que forem vender genética para fora do estado ou participar de exposição. Segundo Andrade, quem não estiver adequado, vai se limitar bastante.

O conjunto de normas faz parte de um esforço do governo brasileiro em se adequar às regras de controle de doenças da Organização Internacional de Saúde Animal.

 

Fonte: Globo Rural


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