Nelore se espalha pelos pastos da Bolívia
A pecuária de corte tem crescido aceleradamente na vizinha Bolívia, me adianta o fazendeiro uberabense Arnaldo Machado Borges. Ele, por sinal, passa pelo menos dois meses a cada ano no país de Evo Morales. Arnaldo vai dar consultoria aos selecionadores de nelore de lá.
Segundo ele, essa raça zebuína tem garantido o êxito da pecuária boliviana. “Eles se espelham no Brasil, onde o nelore predomina largamente e transformou o país no principal exportador de carne, entre outras conquistas.”
Ao nosso lado, escutando a conversa na fazenda de Arnaldo, a Ipê Ouro, está o jovem Rodrigo Paz, de 19 anos, boliviano que estuda Zootecnia na Faculdade Fazu de Uberaba. “Estou aprendendo muito aqui em Uberaba, município que abriga o melhor plantel zebuíno do Brasil. Depois, quero ajudar o meu país a aprimorar cada vez mais o seu criatório”, diz Rodrigo. Ele compõe um grupo de 25 estudantes da Bolívia que faz graduação em Uberaba.
Arnaldo informa que foi desenvolvida uma parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fazu e Asocebu (que representa os bolivianos), cuja finalidade é financiar o estudo para jovens do país vizinho nos campos da veterinária, da agronomia e da zootecnia.
A pecuária de corte tem crescido aceleradamente na vizinha Bolívia, me adianta o fazendeiro uberabense Arnaldo Machado Borges. Ele, por sinal, passa pelo menos dois meses a cada ano no país de Evo Morales. Arnaldo vai dar consultoria aos selecionadores de nelore de lá.

