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Ceres e Syngenta trabalharão com sorgo sacarino

Ceres e Syngenta assinam acordo para desenvolver a produção de sorgo sacarino

 

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Cultura serve como alternativa para a produção de etanol, já que exige menos água e insumos que a cana-de-açúcar. O sorgo sacarino é uma cultura resistente que pode estender o período de produção de etanol em até 60 dias

 

A Ceres, empresa que desenvolve culturas energéticas, anunciou nesta segunda-feira (26/11) um acordo para desenvolver o mercado de sorgo sacarino com a Syngenta, companhia suíça especializada em defensivos agrícolas, biotecnologia e desenvolvimento de sementes. As subsidiárias brasileiras das duas empresas vão trabalhar em conjunto para apoiar a introdução de sorgo sacarino como fonte de açúcares fermentáveis em usinas de etanol no Brasil.

 

O sorgo sacarino é uma cultura resistente que pode estender o período de produção de etanol em até 60 dias. Como cresce em apenas 90 a 150 dias, O sorgo exige menos água e insumos do que a cana. Devido, em parte, ao aumento da demanda por etanol e à escassez de cana de açúcar, o governo brasileiro anunciou recentemente em seu plano de safra para o período de 2012/2013 que o sorgo sacarino seria considerado uma cultura estratégica.

 

Pelo acordo, a Syngenta e a Ceres pretendem colaborar em testes de pequena e grande escala. Ambas as empresas irão coordenar a divulgação da cultura para as usinas de etanol e desenvolver programas de treinamento da indústria. “Ao trabalhar em conjunto com a Syngenta, acreditamos que poderemos implementar o desenvolvimento do sorgo sacarino e oferecer um pacote mais completo de híbridos avançados e defensivos de ponta”, declara Michael Stephenson, vice-presidente de operações da Ceres.

 

Para Daniel Bachner, diretor global de cana de açúcar da Syngenta, é importante assumir apoiar os produtores na adoção de novas tecnologias para a produção de etanol. “Nosso objetivo com a Ceres é ajudar a desenvolver essa oportunidade de mercado ao otimizar a produtividade agrícola e fornecer maior estabilidade de produtividade pela utilização eficiente de nosso portfólio de proteção de cultivos”, afirma.

 

Fonte: Globo Rural On-line

Equipe Agron

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