Portos japoneses podem passar meses desativados

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Portos pelos quais transitam até 7% da produção industrial do Japão sofreram graves danos em consequência do terremoto e do tsunami da semana passada, causando prejuízos de bilhões de dólares, segundo representantes do setor.

O Japão começou a avaliar os danos causados pelo tremor de magnitude 8,9 à infraestrutura portuária, crucial para o país receber ajuda externa, matérias-primas e bens destinados à reconstrução das áreas devastadas.

O desastre, que matou até 10 mil pessoas, afetou especialmente portos que embarcavam contêineres para indústrias como Hitachi , Daikin e dezenas de outras. "O impacto de curto prazo sobre a atividade econômica pode ser maior do que após o terremoto de Kobe", disse Jiyun Konomi, analista da empresa Nomura Securities, de Tóquio, referindo-se ao desastre de 1995, que matou 6 mil pessoas. "Após o terremoto de Kobe, a atividade no transporte de cargas levou três meses para voltar aos níveis pré-terremoto", completou.

Os portos de Tóquio e de todas as localidades ao sul da capital estavam operando normalmente depois de interromperem brevemente suas operações após o sismo de sexta-feira. No resto do país, no entanto, funcionários estão avaliando os danos à estrutura portuária, segundo fontes setoriais.

A paralisação dos portos deve causar prejuízos de US$ 3,4 bilhões por dia devido ao cancelamento de embarques, segundo a publicação setorial Lloyd's Intelligence. No ano passado, o comércio marítimo do Japão, terceira maior economia mundial, totalizou US$ 1,5 trilhão.

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Os portos de Hachinohe, Sendai, Ishinomaki e Onahama, na costa nordeste, devem passar meses ou até anos inoperantes devido ao terremoto. Esses são portos médios, especializados principalmente no transporte de contêineres, embora alguns também manipulassem combustíveis e produtos a granel. "Esses portos precisarão de muito tempo até que possam ser plenamente restaurados", disse à Reuters Tetsuya Hasegawa, gerente de operações na agência de navegação Heisei, em Tóquio.

Fonte: Reuters


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