Dos grupos que formam a cesta de consumo das famílias o que mais vem trazendo preocupação para o governo, economistas, e, principalmente, os cidadãos, é o conjunto dos preços dos alimentos. A alta das commodities no plano internacional somado ao câmbio fixo no Brasil (uma vez que foi fixado o piso de R$ 1,65 para o Dólar pela equipe econômica), o aquecimento da demanda interna e intempéries climáticas pressionam de fato o preço do grupo.
No entanto, após tantas altas consecutivas alguns itens chegaram em seu topo e começam a retroceder de forma relevante, tal qual ficou evidenciado nas prévias de inflação recentemente divulgadas. Ontem o IPCA-15 mostrou queda nos alimentos de 1,21% em janeiro para menos da metade em fevereiro, em 0,57%. O IPC-FIPE de hoje confirma a tendência e apontou deflação para o item em -0,31%. É a segunda menor taxa de variação para o grupo alimentação medido na 3ª quadrissemana desde 2004, perdendo apenas para 2005 quando o grupo retrocedeu -0,51%.
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Fonte: Gradual Investimentos
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