Grãos: Preços recuam dando o tom em Chicago

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Duas frentes atuam sobre o mercado do grãos na Bolsa da Chicago. As incertezas que rondam a economia mundial pressionam os pressionam os preços juntamente com o confronto militar entra as duas Coreias e relfetem negativamente nas cotações já que estimulam uma valorização do dólar. Diante desses fatores, os participantes do mercado exibem um aumento da aversão ao risco.

Mike Zuzolo, presidente da corretora Global Commodity Analytics & Consulting afirmou que "Os ganhos da sessão eletrônica foram revertidos, conforme problemas geopolíticos ao redor do mundo continuam causando incerteza nos mercados".

Paralelamente, a briga por área nos Estados Unidos, mais a demanda aquecida pela oleaginosa – principalmente por parte da China – somadas às condições climáticas na América do Sul – que estão sb influência intensa do La Niña – oferecem suporte ao mercado.

Nesse cenário, a palavra do dia para os grãos negociados na CBOT é volatilidade. A soja e o milho encerraram o pregão noturno desta segunda-feira em queda após ensaiar uma recuperação no início do dia com leves alta. Na sessão diurna, a oleaginosa iniciou em queda, registrou alguns rápidos avanços e voltou a operar em baixa. Depois de ter atingido as máximas em 26 meses – entre o fim de outubro e o início de novembro -, as cotações já acumulam um recuo de 9%. Os mesmo acontece com os preços do milho e do trigo.

No caso do trigo, o clima também oferece uma certa sustentação aos vencimentos. A seca nos Estados Unidos e na Argentina e o excesso de chuva na Austrália podem ameaçar a qualidade e a oferta do produto, o que limita as quedas.

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Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes


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