A redução da área plantada é atribuída pelos técnicos às perdas provocadas pela seca e geadas na safra passada, que foi de 22 mil hectares. “Houve produtores que quebraram mesmo, porque não puderam colher nada do que plantaram”, disse o presidente a Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados, Bruno Tomazini. Outro fato que desestimulou ainda mais os produ-tores foi a queda no preço do milho, que de R$ 18,00 caiu até R$ 12,00, a saca de 60 quilos. O custo total para o plantio do milho safrinha diminuiu em pelo menos 7%, mas com a queda no preço, os produtores teriam que colher pelo menos 64 sacas por hectare para compensar os investimentos. “Muitos acharam que não compensaria, pois já vieram arrasados por uma perda e decidiram migrar para outras culturas”, comentou Bruno Tomazini. No entanto, os produtores que investiram no milho safrinha só têm uma preocupação, que são as geadas. Se atingir o milho em grande intensidade em plena formação de grãos, que ocorre em maio e junho, pode provocar perdas nas lavouras. “Por enquanto as chuvas estão ajudando no desenvolvimento do milho, mas pode ocorrer perdas se forem atingidos por geadas quando as espigas estiverem em formação”, explicou. O milho que foi plantado mais cedo tem a chance de escapar dos prejuízos com possíveis geadas, mas as lavouras mais tardias podem sofrer as consequência, segundo o engenheiro agrônomo. A previsão é que o milho comece a ser colhido em julho.
Fonte: Douradosagora
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