Ibge: ppm aponta crescimento do rebanho

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Segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE), o efetivo de bovinos no ano de 2008 foi de 202,287 milhões de cabeças, primeiro resultado positivo depois de dois anos sucessivos de redução do rebanho (2006 e 2007) e quatro de redução do seu ritmo de crescimento (2004 a 2007).

Comparando-se os anos de 2008 e 2007, houve crescimento de 1,3% do efetivo nacional, ou seja, um aumento de 2,535 milhões de cabeças. A região Centro-Oeste detinha 34,1% desse efetivo, tendo o Mato Grosso como o principal produtor (12,9%). Em 2008, o estado tinha 26.018.216 cabeças de gado contra 25.683.031 em 2007, o que aponta um crescimento de 1,3%. O município de Corumbá (MS) tinha o maior efetivo de bovinos do país com 1.935.896, em 2008, seguido por São Félix do Xingu (PA) com 1.812.870 e Ribas do Rio Pardo (MS) com 1.176.151.

Ao comparar os dados de 2008 com os de 2007, a maior taxa de variação do efetivo ocorreu na Região Sul, com aumento de 4,0%. Também apresentaram variação positiva as Regiões Norte (3,3%), Centro-Oeste (1,2%) e Nordeste (0,5%). Somente a Região Sudeste apresentou queda (-2,0%) no efetivo, sendo que São Paulo registrou a redução mais significativa (-5,1%).

De acordo com a análise feita pelo IBGE, em termos absolutos, o Pará apresentou um aumento de cerca de 886 mil cabeças entre 2008 e 2007, explicado pelo crescimento vegetativo do rebanho, após um ciclo de redução em função do abate de fêmeas em períodos recentes, além da instalação de três novas unidades frigoríficas no estado. Os aumentos dos rebanhos no Mato Grosso do Sul (533 mil cabeças) e no Mato Grosso (335 mil cabeças) decorreram de um crescimento natural dos efetivos já elevados. No Maranhão, o aumento de 206 mil cabeças ocorreu pela a expansão da atividade pecuária.

"Em São Paulo, a redução de cerca de 605 mil cabeças no rebanho bovino é explicada pela substituição de pastagens por canaviais com maior rentabilidade, e a diminuição de 285 mil cabeças na Bahia se deveu, em parte, à seca, que causou morte de animais e desestimulou a atividade".

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Fonte: IBGE


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