Ano novo chinês: 20% no Brasil comem fast food típica

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Com imigração chinesa, gastronomia asiática movimenta mais de R$2 bilhões por ano

Além de parceiros comerciais, Brasil e China têm um elo muito mais forte: o amor pela comida. Com a forte imigração chinesa para o Brasil há mais de 120 anos, as comidas típicas ganharam os corações e a mesa dos brasileiros. E se qualquer data comemorativa é motivo para uma boa refeição no Brasil, é hora de preparar a receita ou pedido no app para comemorar o ano novo chinês, celebrado nesta sexta-feira, 12.

Yakissoba, frango xadrez, rolinho primavera. As receitas chinesas caíram mesmo no gosto popular do brasileiro. Um levantamento da Linx, líder em tecnologia para o varejo, com dados do Instituto Food Service Brasil (IFB) de 2018 e 2019, revelou que apenas as redes de fast food asiáticas são responsáveis por levar os sabores da China para um quinto (20%) da população brasileira. Na hora de comprar a refeição, por exemplo, mais de 45 milhões de brasileiros desembolsam uma média de R$45 por pedido todos os anos – um movimento de mais de R$2 bilhões por ano.

Somente em São Paulo, apelidada carinhosamente como a capital gastronômica, são mais de 3 mil redes e restaurantes independentes asiáticos, equivalente a 15% do total de estabelecimentos gastronômicos. O levantamento é da Linx, com dados da Asian & Seafood Show e SinHoRes.


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