.Banrisul, o segundo colocado, é seguido de perto pela Yara, que tem a maior receita entre as 100 Maiores Empresas do Estado
.Rio Grande do Sul empata com o Paraná em número de empresas entre as 500 maiores do Sul: 183
*Empresas gaúchas têm total de patrimônio, receita e lucros inferior às cifras das paranaenses, mas predominam nos ranking setoriais
O Sicredi fortaleceu sua liderança entre as 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul, depois de tomar a dianteira no ranking anterior, em razão da transferência da sede administrativa do Grupo Gerdau para São Paulo, o que determinou a retirada do grupo siderúrgico da lista. No exercício de 2019, a cooperativa de crédito se manteve no topo com um com um Valor Ponderado de Grandeza de R$ 14,3 bilhões – quase o dobro do VPG do Banrisul (R$ 7,6 bilhões). O Sicredi também lidera a lista das empresas gaúchas com maior patrimônio líquido e, ostenta, ainda, o maior lucro líquido. A Yara é a campeã em receita líquida. Aliás, com um VPG de R$ 7,3 bilhões, a Yara também se aproximou do Banrisul, o vice-líder do ranking gaúcho.
“Por desde o seu início receber tão somente balanços publicados ou enviados pelas empresas, 500 MAIORES DOU SUL sempre destacou a transparência das companhias do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e ajudou a estabelecer parâmetros de compliance para os líderes da região”, destaca Jorge Polydoro, publisher do Grupo AMANHÃ. “Analisamos cerca de 2 mil balanços de empresas da Região Sul. Vimos que muitas dessas companhias estavam em um ritmo acelerado de crescimento, mas tiveram que colocar o pé no freio agora em 2020. A nossa percepção é que o fôlego e a disposição de 2019 ainda existem, estão latentes, e podem ser retomados. O aprimoramento das práticas ligadas à governança, sustentabilidade e diversidade deverão guiar as empresas que querem se manter no topo do ranking para os próximos anos”, afirma Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul. “O ranking 500 MAIORES DO SUL, que a PwC realiza em parceria com o Grupo AMANHÃ há 30 anos, consolidou-se neste tempo como um dos principais termômetros para o meio corporativo dos três estados. Os resultados desta edição denotam, mesmo com os desafios enfrentados, a pujança da economia da região, que mostrou crescimento em comparação com a última edição do ranking, relativa ao exercício de 2018”, afirma Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil.
Nesta edição de 500 MAIORES DO SUL, o Rio Grande do Sul volta a ser superado pelo Paraná na soma de VPGs (Valor Ponderado de Grandeza), de patrimônios, de receitas e de lucros. A saída do grupo Zaffari da lista gaúcha, por não ter publicado balanço até o fechamento da edição, contribuiu para que Santa Catarina – que teve a estreia do Grupo Havan – ultrapassasse pela primeira vez o Rio Grande do Sul em volume total de receitas líquidas.
A liderança positiva das gaúchas na região Sul se dá no ranking setorial. Dos três estados, o Rio Grande do Sul é quem tem o maior número de líderes de setores, por receita bruta ou por rentabilidade. As companhias riograndenses apresentam a maior média de endividamento, 55,2%, percentual próximo ao das catarinenses e das paranaenses, e aparecem distanciadas das vizinhas em uma liderança indesejável – a dos maiores prejuízos -, muito por causa da CEEE, que perdeu em 2019 R$ 693 milhões.
O Rio Grande do Sul empata com o Paraná no número de representantes entre as 500 maiores – cada um tem 183 empresas. Em 2019, em relação a 2018, o Paraná perdeu três empresas no pelotão das 500 MAIORES DO SUL, enquanto Santa Catarina inseriu mais nove companhias. Já o Rio Grande do Sul perdeu seis representantes.
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| Indicadores | PR | SC | RS | ||
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| Soma dos VPGs* (em R$ bi) | 149,3 | 127,0 | 138,1 | ||
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| Receita líquida (em R$ bi) | 221,2 | 201,7 | 197,9 | ||
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| Patrimônio (em R$ bi) | 117,8 | 89,9 | 114,7 | ||
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| Lucro líquido (em R$ bi) | 19,8 | 13,9 | 16,7 | ||
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| Prejuízo (em R$ bi) | (0,89) | (0,24) | (1,17) | ||
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| Número de empresas | 183 | 134 | 183 | ||
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(*) VPG: Valor Ponderado de Grandeza. Resulta da soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%).
Os 10 maiores VPGs* do Rio Grande do Sul
| 2019 | Grupo/Empresa | R$ Milhões |
| 1 | Sicredi – Consolidado | 14.322,85 |
| 2 | Banrisul – Banco do Estado do RS | 7.688,02 |
| 3 | Yara Brasil Fertilizantes S/A | 7.318,74 |
| 4 | CMPC | 6.739,51 |
| 5 | Lojas Renner S/A | 6.297,59 |
| 6 | RGE Sul Distribuidora de Energia S/A | 5.229,77 |
| 7 | Camil Alimentos | 3.307,09 |
| 8 | Empresas Randon | 3.154,98 |
| 9 | Grupo SLC | 2.996,54 |
| 10 | Marcopolo e Controladas | 2.926,22 |
(*) VPG: Valor Ponderado de Grandeza. Resulta da soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%).
Os 10 maiores patrimônios líquidos do Rio Grande do Sul
| Pos. | Grupo/Empresa | 2019* | 2018* | Variação Patrim. Liq. |
| 1 | Sicredi – Consolidado | 17.758,24 | 15.290,89 | 16,10 |
| 2 | CMPC | 10.133,32 | 9.362,49 | 8,20 |
| 3 | Banrisul – Banco do Estado do RS | 7.794,36 | 7.278,90 | 7,10 |
| 4 | Lojas Renner S/A | 4.704,61 | 3.954,51 | 19,00 |
| 5 | RGE Sul Distribuidora de Energia S/A | 3.950,62 | 3.727,28 | 6,00 |
| 6 | Grendene S/A | 3.682,44 | 3.465,04 | 6,30 |
| 7 | Grupo SLC | 3.432,16 | 3.184,20 | 7,80 |
| 8 | BRDE – Banco Reg. Des. Extr. Sul | 2.887,00 | 2.676,33 | 7,90 |
| 9 | Getnet Adq. e Serv. para Meios de Pagamento S/A | 2.611,77 | 2.165,28 | 20,60 |
| 10 | Yara Brasil Fertilizantes S/A | 2.559,37 | 3.236,30 | (20,90) |
*Em R$ milhões.
As 10 maiores receitas líquidas do Rio Grande do Sul
| Pos. | Grupo/Empresa | 2019* | 2018* | (%) |
| 1 | Yara Brasil Fertilizantes S/A | 15.107,80 | 12.753,90 | 18,50 |
| 2 | Sicredi – Consolidado | 12.739,75 | 11.084,44 | 14,90 |
| 3 | Lojas Renner S/A | 9.588,44 | 8.426,54 | 13,80 |
| 4 | Banrisul – Banco do Estado do RS | 9.105,41 | 9.551,78 | (4,70) |
| 5 | RGE Sul Distribuidora de Energia S/A | 7.980,14 | 4.198,35 | 90,10 |
| 6 | Camil Alimentos | 5.396,11 | 4.748,83 | 13,60 |
| 7 | Empresas Randon | 5.092,37 | 4.262,60 | 19,50 |
| 8 | Rodoil Distribuidora de Combustíveis S/A | 4.418,42 | 4.415,36 | 0,10 |
| 9 | CEEE – Cia. Estadual de Energia Elétrica | 4.385,14 | 4.230,34 | 3,70 |
| 10 | Marcopolo e Controladas | 4.314,53 | 4.197,47 | 2,80 |
*Em R$ milhões.
Os 10 maiores lucros líquidos do Rio Grande do Sul
| Posição | Grupo/Empresa | (R$ Milhões) |
| 1 | Sicredi – Consolidado | 3.478,25 |
| 2 | Banrisul – Banco do Estado do RS | 1.486,70 |
| 3 | Lojas Renner S/A | 1.099,09 |
| 4 | CMPC | 654,51 |
| 5 | RGE Sul Distribuidora de Energia S/A | 624,00 |
| 6 | Getnet Adq. e Serv. para Meios de Pagamento S/A | 585,38 |
| 7 | Grendene S/A | 494,95 |
| 8 | Calçados Beira Rio S/A | 398,44 |
| 9 | Terramar Investimentos S/A (Évora) | 363,36 |
| 10 | Alibem Alimentos S/A | 356,90 |
Critério de classificação das empresas – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).
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