Milho: Exportações provenientes do Centro-Oeste
Milho: Exportações provenientes do Centro-Oeste crescem 57% no 3º trimestre acima da média dos últimos cinco anos.
Demanda pelo grão no mercado interno também está elevada, impulsionada pelo setor de alimentação animal, bem como por novas usinas de etanol.
A Aliança Agroeconômica lançou, nesta terça-feira (03), a sétima edição do relatório com dados da produção agropecuária do Centro-Oeste do terceiro trimestre de 2020. A Aliança é formada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e o Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG).
Com o objetivo de auxiliar a tomada de decisão do produtor e atender demandas específicas do agro, o relatório contém análises de mercado e estatísticas da região, considerando custos de produção e estimativas de safras e dados mercadológicos, como preços, fretes e comercialização.
A sétima edição do material destaca os dados das exportações do complexo soja, milho, algodão e carne bovina em julho, agosto e setembro. O relatório apresenta, ainda, os custos de produção de soja e milho, dados produtivos das duas culturas, de algodão e cana-de-açúcar e informações sobre a produção e abate de carne bovina no Centro-Oeste e no Brasil.
Segundo o relatório, houve aumento do consumo interno do milho, puxado pela instalação de novas usinas de etanol de milho no país e o aumento na fabricação de ração animal. Apesar disso, o volume exportado pela região no 3º trimestre é 57% acima da média dos últimos cinco anos.
Com relação à pecuária, o mercado de reposição registrou valorização durante o período de análise. O preço do bezerro até 12 meses, por exemplo, exibiu alta média de 9,86% quando comparado ao trimestre anterior na região.
FONTE: DATAGRO.

