Segundo o presidente da cooperativa, avanço dos fundos de investimento nas negociações faz com que não apenas os fundamentais básicos de oferta e demanda influenciem na formação dos preços.
Os casos de coronavírus estão interferindo no mercado internacional de café, pressionando as cotações da commodity, disse o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto, durante a Femagri, feira de tecnologia para cafeicultura, realizada na última semana, em Guaxupé (MG).
Segundo o dirigente, muitos fundos de investimento estão atuando no mercado do café, fazendo com que não apenas os fundamentais básicos de oferta e demanda influenciem na formação dos preços.
De acordo com Augusto, a safra brasileira 2020 tem potencial para ficar entre 60 e 62 milhões de sacas. “É o ciclo de bienalidade alta”, afirmou. Entretanto, segundo o presidente da Cooxupé, é uma oferta restrita que, somada aos estoques baixos, não tem capacidade para atender a demanda.
Considerada a maior cooperativa de café do País e uma das maiores do mundo, a Cooxupé deve receber cerca de 6,8 milhões de sacas nesta temporada. Ademais, o dirigente apontou os mercados asiático e do Oriente Médio como os mais promissores daqui em diante para as exportações de café.
FONTE: DATAGRO.
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