Preço do milho teve recuo mensal de 2,08%; e o do ovo, de 8,58%.
Soa estranho, mas em maio o frango vivo superou a inflação mensal (aqui definida pela variação do IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas). É que enquanto o IGP-DI voltou a recuar (pelo terceiro mês consecutivo), o frango vivo permaneceu com a mesma cotação de abril (R$2,50/kg). Porém, foi só. Pois o milho e o ovo registraram recuos de preço superiores ao do IGP-DI, cuja redução ficou em cerca de meio por cento. O preço do milho teve recuo mensal de 2,08%; e o do ovo, de 8,58%.
Já na comparação com o mesmo mês do ano passado apenas o ovo supera a inflação registrada, de 1,07%: registrou, em maio, valor quase 15% superior ao de um ano atrás, enquanto o frango vivo registrou variação igual a “zero”. Bem mais significativa, neste caso, é a queda de preços do milho, de quase 45% em relação a maio de 2016. O que não se deve ignorar, entretanto, é que naquele mês o milho registrava variação de 102% em comparação a maio de 2015 e – considerada a evolução relativa de preços dos três produtos no período de vigência do real – alcançava valor que colocava o grão 286 e 326 pontos percentuais acima, respectivamente, do frango vivo e do ovo.
Pode não ser o ideal para o produtor de milho mas, hoje, essas gritantes diferenças desapareceram e, agora mínimas, são favoráveis aos dois produtos avícolas. Ou seja: frango e ovo alcançaram em maio valor que os coloca 29 e 45 pontos percentuais acima do milho.
Obviamente, os três perdem para a inflação acumulada na vigência do real e que, pelo IGP-DI, chega a 543,26%. Assim, os preços registrados em maio pelo frango vivo (R$2,50/kg), ovo (R$83,31/caixa) e milho (R$29,66/saca) corresponderam a 64,77%, 67,21% e 60,19% da inflação acumulada no real.
Em mercado especulado, ovos alcançam novas correções
Mercado foi bastante especulado e proporcionou novas correções nos negócios realizados com ovos.
Na quarta-feira (8), embora o varejo esteja fluindo bem, ainda não houve o fortalecimento esperado nos diversos elos da cadeia de comercialização. Mesmo assim, o mercado foi bastante especulado e proporcionou novas correções nos negócios realizados com ovos.
Nos ovos brancos, o reajuste – 2º da semana, 3º do mês, 28º do ano – elevou o preço médio diário da caixa para R$86,00, mesmo valor praticado há 30 dias, mas equivalendo a 7,5% de aumento sobre o alcançado no mesmo período do ano passado.
Os ovos vermelhos acompanharam o reajuste dos ovos brancos e continuaram sendo comercializados por valores de R$8,00 até R$12,00 a mais por caixa. Ou seja, passaram a ser comercializados por um mínimo de R$93,00 até um máximo de R$99,00, atingindo preço médio diário de R$96,00, significando crescimento de 17,1% sobre o praticado no mesmo dia do ano anterior.
Segundo a Jox Assessoria Agropecuária em determinadas zonas produtoras a procura é bem aquecida enquanto em outras o abastecimento tem ocorrido normalmente. De toda forma, com o consumidor capitalizado e indo às compras, novas correções podem continuar acontecendo no curto prazo.
FONTE: AVISITE.
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