Com influência do dólar, milho opera em campo negativo

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A sessão desta segunda-feira (9) é negativa aos preços do milho negociados na BM&F Bovespa. As principais posições da commodity apresentavam quedas entre 0,74% e 1,23%, por volta das 12h20 (horário de Brasília). O vencimento janeiro/17 era cotado a R$ 36,10 a saca, enquanto o março/17 era negociado a R$ 34,66 a saca. Apenas o setembro/17 apresentava ligeira alta, de 0,19%, e trabalhava a R$ 31,28 a saca.

As cotações do cereal acompanham a movimentação do dólar nesse início de semana. Perto das 10h49 (horário de Brasília), o câmbio operava a R$ 3,2178, com queda de 0,12%. De acordo com dados da Reuters, o dólar segue o movimento da moeda no exterior ante divisas fortes e também de países emergentes ligados a commodities.

Bolsa de Chicago

Enquanto isso, na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações futuras do milho também operam do lado negativo da tabela. Às 12h31 (horário de Brasília), as principais posições do cereal testavam quedas entre 0,25 e 0,50 pontos. O contrato março/17 era cotado a US$ 3,57 por bushel, enquanto o maio/17 operava a US$ 3,64 por bushel. Já o julho/17 trabalhava a US$ 3,71 por bushel.

Mais cedo, as cotações até testaram uma reação, porém, o movimento não foi sustentado. Os participantes do mercado ainda aguardam o boletim de embarques semanais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado ainda hoje.

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No caso do cereal, os investidores ainda acompanham as informações sobre o desenvolvimento da safra na América do Sul. Na Argentina, algumas áreas voltaram a sofrer com o excesso de chuvas e já há relatos de danos nas lavouras do cereal.

 

Por: Fernanda Custódio
 
Fonte: Notícias Agrícolas

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