O diretor-presidente da Vale afirmou, nesta segunda-feira (19/12), que a empresa decidiu fazer o negócio com a Mosaic por conta de fatores “que dificultam a abertura de uma janela de oportunidade no mercado de fertilizantes”. Murilo Ferreira divulgou, em vídeo, um comentário justificando a operação.
“Nunca encontramos grandes reservas que pudessem abrir uma cortina de oportunidade. Temos uma posição em fosfatado, especialmente se considerarmos nossa localização: Minas Gerais, São Paulo e Goiás, regiões muito importantes para o desenvolvimento da agricultura brasileira”, disse ele.
Nesta segunda, a Vale anunciou a venda de ativos no segmento de fertilizantes para a Mosaic e que passará a ser sócia da companhia norte-americana. A transação com a Mosaic é avaliada em US$ 2,5 bilhões.
Apesar da venda de ativos, Murilo Ferreira afirmou que o setor de fertilizantes segue sendo importante para os negócios da Vale. E destacou a estrutura logística da empresa, como as suas próprias ferrovias e as participações em portos e empresas como a MRS e a VLI.
O diretor-presidente da Vale demonstrou ainda uma visão otimista em relação à agricultura brasileira. Disse que é apenas questão de tempo o Brasil se tornar o maior produtor mundial de grãos.
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