Demanda aquecida é um dos principais fatores de firmeza nos preços em todas as regiões acompanhadas pelos pesquisadores.
Os preços do milho seguem em alta, influenciados pela posição firme de vendedores e pela demanda aquecida. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (14/3) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com os pesquisadores, a elevação das cotações tem sido registrada em todas as regiões acompanhadas pelos pesquisadores.
Na sexta-feira (11/3), o indicador Esalq/BM&FBovespa, que serve de referência para o mercado futuro brasileiro, chegou a R$ 47,49 a saca de 60 quilos. No acumulado de março, até a última sexta, a alta é de quase 9% na cotação baseada em Campinas (SP). O indicador de mercado disponível, também com base em Campinas (SP), foi para R$ 47,09 a saca.
“Além de as chuvas estarem interrompendo a colheita da safra de verão em muitas regiões, o que limita a oferta interna, produtores se retraem à espera de preços ainda maiores”, diz o Cepea.
Fonte: Globo Rural.
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