Mercado do milho tem semana de poucas negociações
O mercado brasileiro de milho apresentou inexpressiva fluidez de negócios na semana passada. Isso já era aguardado considerando o feriado de Carnaval. No momento, o setor está focando no leilão de venda de estoques públicos, que ocorre hoje.
A Companhia Nacional de Abastecimento realizará hoje novo leilão de milho em grãos, colocando à venda mais 150 mil toneladas de estoques públicos do governo. O aviso 15/2016 oferta 61,656 mil/t, com produto dividido em dez lotes, nove oriundas do Mato Grosso e um proveniente do Mato Grosso do Sul.
O aviso 16/2016 do leilão oferta 88,343 mil/t, com produto dividido em 15 lotes, todos do Mato Grosso. Poderão participar do leilão os interessados que tenham como atividade principal e estejam em plena atividade nos seguintes segmentos: avicultores, suinocultores, bovinocultores de leite e de corte, cooperativas de criadores de aves, de suínos e de bovinos de leite e de corte, indústria de ração para avicultura, suinocultura e bovinocultura, indústrias de insumo para ração animal e indústrias de alimentação humana à base de milho, que estejam devidamente cadastrados perante a bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação. O pagamento do produto deverá ser realizado até o próximo dia 23.
A média semanal de preços foi de R$ 42,50 em Santos. Enquanto isso, em Paranaguá o preço médio esteve a R$ 43,00. No Paraná, a cotação comprador/vendedor em Cascavel esteve a R$ 41,00. Em São Paulo, o preço esteve a R$ 41,50, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação encerrou em R$ 45,00.
No Rio Grande do Sul, preço esteve a R$ 41,00, em Erechim. Em Minas Gerais, preço em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, ficou em R$ 44,00. Em Goiás, preço esteve em R$ 38,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço esteve inalterado, a R$ 30,50, em Rondonópolis.
Fonte: Jornal Diário do Comércio/MG.

