Preço do suíno mantém queda mesmo com exportação maior

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Vendas externas em patamar elevado no mês de janeiro não evitam pressão da ampla oferta sobre as cotações internas.

Os preços internos do suíno vivo e da carne mantém a trajetória de queda, influenciados pela ampla oferta. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (5/2) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

“Com os valores do milho e do farelo de soja bastante elevados, suinocultores têm aumentado os abates, em uma tentativa de economizar com a alimentação e manter suas margens”, dizem os pesquisadores, em nota.

De acordo com a instituição, as exportações não contribuem para dar suporte às cotações. Em janeiro, foram 39,14 mil toneladas de carne suína in natura, 4,1% a mais que em dezembro e 64,5% acima de janeiro do ano passado.

“Apesar de atípico para o período, esta alta era esperada por alguns agentes do setor em função do dólar valorizado”, lembra o Cepea.

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No mês passado, a receita foi de R$ 286 milhões, um recorde para o período e 68,7% maior que a de janeiro de 2015. Em dólar, o faturamento foi de US$ 70,75 milhões, com aumento de 9,7% sobre o mesmo período do ano passado.

Fonte: Globo Rural.


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