Fumo: Número de safristas contratados foi menor em 2015

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Este ano o número de funcionários temporários contratados pelas empresas fumageiras foi menor em comparação a 2014. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa), Sérgio Luiz Pacheco, na safra passada 7.325 pessoas trabalharam na indústria de fumo, enquanto este ano 7.116 safristas foram chamados, o que representa uma diminuição de 219 trabalhadores.

Para o presidente do Stifa, este ano pode ser considerado atípico. “As empresas demoraram muito para comprar o fumo, já que sobrou muito do ano passado”, explica. Nesta safra, em março apenas 50% do número de trabalhadores de que as empresas precisam haviam sido contratados, quando nos anos anteriores as chamadas começavam na segunda quinzena de dezembro e se intensificavam a partir de janeiro.

O piso salarial dos safristas, conforme Pacheco, é de R$ 881 a R$ 908. No entanto, ele salientou que “menos de 10% dos contratados recebem esse valor”, alegando que a maioria dos funcionários temporários ganham mais. “Poderia e deveria ser bem maior (o salário), mas infelizmente estamos em um momento que as empresas estão economizando”, afirma.

A safra de tabaco está na fase final. Segundo estimativa da Associação dos Fumicultores do Brasil, a comercialização já atingiu 90% nos três estados do Sul. A negociação com a indústria começou ainda em dezembro, e se intensificou a partir de fevereiro. A expectativa é que a comercialização seja encerrada entre o fim de julho e o início de agosto.

Fonte: Gazeta do Sul.

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