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Produção industrial em Mato Grosso cai 4,9%

Produção industrial em MT cai 4,9% entre maio de 2014 e 2015.

Dados são de pesquisa industrial regional do IBGE.

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Menor fabricação de álcool etílico pressionou média da indústria.

Em maio de 2015, a produção industrial de Mato Grosso caiu 4,9% em comparação com maio de 2014, com quatro das seis atividades investigadas no Estado mostrando queda na produção. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última semana.

A principal influência negativa sobre a média global da indústria foi verificada no setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-22,7%), pressionado, especialmente, pela menor fabricação de álcool etílico.

Os demais resultados negativos vieram de outros produtos químicos (-42,4%), pela menor produção de adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK); de produtos de madeira (-17,6%) e de produtos de minerais não-metálicos (-19,2%), como elementos pré-fabricados para construção civil de cimento ou concreto.

De acordo com a pesquisa, por outro lado, as únicas contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de produtos alimentícios (+2,1%), com maior fabricação de óleo de soja bruto e carnes e miudezas de aves congeladas, e de bebidas (+11,1%), como cervejas e chope.

Nos últimos doze meses, a atividade industrial no Estado apresentou um crescimento de 1,7% em maio de 2015, mas o índice reforça a perda de ritmo frente aos resultados de março (+3,3%) e de abril (+2,4%).

Em 2015

Quando se analisa a atividade industrial no Estado em 2015, observa-se um crescimento de 4% de janeiro a março com relação ao mesmo período no ano passado. Mas, de janeiro a maio, os resultados apontam uma queda de 0,7% em comparação com o período em 2014. Segundo o IBGE, a queda, que também ocorreu em mais 12 estados pesquisados, acompanhou os sinais de diminuição no ritmo produtivo do país, que passou de -5,9% de janeiro a março para -6,9% de janeiro a maio.

Fonte: G1 MT.

Equipe Agron

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