Argentina contabliza estragos por conta da chuva

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Oleaginosa subiu no Brasil, mas ainda está abaixo da cotação da colheita de 2014.

Os produtores de grãos da Argentina estão entrando nas lavouras de soja e milho que foram alagadas pelas chuvas nos últimos dias para avaliar estragos. O quadro de precipitações e alagamentos vem sendo registrado desde o início de fevereiro e, na última semana, novamente foram cogitadas perdas em regiões inundadas. Nas províncias de Santa Fé e Córdoba, as plantas tiveram potencial de produtividade diminuído, antecipa a Bolsa de Cereales.

Mesmo sem uma avaliação precisa, os técnicos da instituição consideram que devem ter ocorrido perdas ante a previsão de safra recorde de 57 milhões de toneladas de soja – volume que pressiona os preços internacionais e desvaloriza a safra brasileira. Além dessa estimativa, eles mantêm sem reajuste também a projeção de que a colheita de verão vai resultar em 22,5 milhões de toneladas de milho (16,5% a menos do que na temporada passada por redução de área).

O registro de até 300 milímetros de chuva numa mesma semana exige verificação in loco, aponta a Bolsa. A colheita do milho está nos 5% iniciais. Na soja, a tarefa ganha ritmo entre março e abril. De 5 a 6 dias de sol são esperados na próxima semana no cinturão de produção de grãos da Argentina. As chuvas prometem voltar entre sexta e sábado, interrompendo novamente a colheita de milho.

Fonte: Gazeta do Povo (AgroGP).

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