Exportação de carne pode revolucionar exportações

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Exportação de carne brasileira para a Rússia pode revolucionar exportações e trazer riquezas.

 

O Brasil está diante de uma ótima oportunidade nesse momento em que o mundo tem que lidar com o embargo russo a produtos alimentícios originários de países europeus e dos Estados Unidos, em resposta às sanções ocidentais contra Moscou. De fora dessa lista, o Brasil, desde que se adeque às regras, pode alavancar os números no setor de exportação. Para isso laboratórios como o Labtec, que está alinhado com exigências de órgãos como ANVISA, MAPA, Codex Alimentarius e EMEA (European Medicine Agency), disponibiliza laudos para obtenção de registros de produtos junto a esses órgãos reguladores será de fundamental importância no sentido de viabilizar a exportação da carne brasileira de acordo com regras internacionais.

 

Com uma meta ousada de crescimento que estima 50% ao ano para atingir o faturamento de R$ 25 milhões em 2016, o Labtec não para de investir em inteligência estratégica e tecnologia para poder disputar mercados que não param de surgir nos seu portfólio. “Esse embargo a outros países pode nos abrir um caminho de infinitas possibilidades uma vez que estamos totalmente equipados para oferecer estudos, testes e documentação para que exportadores estejam de acordo com as demandas”, afirma Fernando Haaland, diretor executivo da empresa. Somente entre 2010 e 2012 foram investidos R$ 14 milhões na construção do novo laboratório e em compra de equipamentos de última geração voltados à pesquisa de novas metodologias para determinação de resíduos e contaminantes de alimentos.

 

“Se pensarmos que a Rússia tem um forte potencial para ser um grande consumidor de nossas commodities, esse relacionamento comercial com o Brasil pode revolucionar as exportações de carne para o país quase que no mesmo nível do que se viu acontecer com a China na última década em relação às exportações de soja”, avalia Haaland. Segundo afirmação recente da Associação Brasileira dos Exportadores de Carnes (Abiec), o número de unidades habilitadas a exportar passou de 31 para 89 plantas após o movimento russo contra o Ocidente. Já os dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados no último dia 13 de outubro, o volume de carne suína exportada para a Rússia alcançou 17,065 mil toneladas em setembro, um aumento de 76,7% na comparação com igual mês de 2013.

 

Em receita, a alta foi de 172,87%, com faturamento de US$ 87,87 milhões no período. De acordo com a ABPA, as exportações de carne suína para a Rússia no último mês responderam por 39,6% do total das vendas externas da proteína. Localizado em Hortolândia, o Labtec possui uma estrutura subdividida em cinco grandes laboratórios (Análise de Resíduos Contaminantes, Estudos de Estabilidade, Bromatologia, Microbiologia e Controle de Qualidade), em que são realizados mais de 1.100 tipos de estudos físico-químicos em diversos tipos de amostras e matrizes, além de desenvolvimento e validação de novas metodologias de análises.

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Atualmente, são realizados 200 mil ensaios e a capacidade instalada é para 500 mil ensaios por ano. O laboratório possui ensaios de resíduos e contaminantes considerado um dos mais importantes e conceituados do Brasil e atende grandes frigoríficos, dentre eles Marfrig, JBS e BR Foods, que estão qualificados para exportar.

 

Fonte: Portal do Agronegócio.


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