Água do Paraopeba apresenta risco

Água do Paraopeba apresenta risco à saúde humana e animal.

Em nota, Governo de Minas informa que está percorrendo cerca de 20 municípios para alertar população.

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governo de Minas Gerais alertou, nesta quinta-feira (31/1) que a água do Rio Paraopeba apresenta ricos à saúde humana e animal. Em nota oficial, as Secretarias de Agropecuária e Meio Ambiente informam que servidores públicos estão percorrendo uma área de 20 municípios para evitar o uso da água do rio pela população.

De acordo com o comunicado, as Secretarias de Agropecuária e Meio Ambiente do Estado disseram ter feito um monitoramento e, diante dos resultados, não indicam a utilização da “água bruta” até que a situação seja finalizada.

“Deve ser respeitada uma área de 100 metros das margens.  O contato eventual não causa risco de morte. E para os bombeiros, que têm trabalhado em contato mais direto com o solo, a orientação da Saúde é para que utilizem todos os equipamentos de segurança”, diz.

O comunicado informa ainda que qualquer pessoa que tenha tido contato com a água ou ingerido alimentos provenientes de áreas próximas ao rio e apresentar sintomas como náuseas, coceira ou diarreia, que procure a unidade de saúde mais próxima.

“Para manter o abastecimento, o Governo do Estado de Minas Gerais já determinou à Vale que forneça água potável para as comunidades afetadas. Paralelamente, foi suspensa a necessidade de emissão de outorga para a perfuração de poços artesianos”, informa a nota.

Só em Brumadinho, o Ministério da Agricultura estima que cerca de 180 propriedades rurais foram atingidas. Em uma das regiões mais atingidas, o bairro Parque da Cachoeira, pelo menos 20 agricultores familiares perderam plantações de hortaliças ou porque foram atingidas diretamente pela lama ou porque a captação de água para irrigação ficou inviabilizada.

A Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Minas Gerais (Fetaemg) vai além. Considerando o município onde ocorreu o desastre e outras localidades que ainda podem ser atingidas pelo lamaçal, o número de produtores rurais prejudicados pode chegar a 400.

De acordo com o informe mais recente do Serviço Geológico do Brasil, divulgado na noite de quarta-feira (30/1), a chamada pluma (mistura de água e rejeitos da barragem) já percorreu 98 quilômetros e chegou à altura do município de São José da Varginha.

“Os dados observados nos pontos monitorados mostram uma diminuição da turbidez ao longo do rio Paraopeba, no trecho entre Brumadinho e Mário Campos, indicando que está ocorrendo uma deposição dos sedimentos”, informa a instituição.

FONTE: REDAÇÃO GLOBO RURAL.

Carine Colim

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