Live no @mitosdadoacao revela mitos e verdades

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Com o objetivo de levar conhecimento e despertar a sociedade para o ato de empatia e amor ao próximo, que é a doação de órgãos e tecidos, a Unicred Porto Alegre – instituição financeira cooperativa para área da Saúde – e seus parceiros, vêm realizando lives com influenciadores, doadores e transplantados, para esclarecer dúvidas sobre os mitos e verdades a respeito do assunto. Nesta quinta-feira, 5, participaram da transmissão online, a educadora física, atleta, transplantada unilateral de pulmão, Liége Gautério e a influenciadora digital, Sabrina Donatti (@mamaeemconstrucao).

  Em uma conversa informal, esbanjando sensibilidade e simpatia, Liége e Sabrina falaram sobre suas experiências pessoais, sobre o direito de as pessoas serem doadoras ou não, mas principalmente sobre a necessidade de levarem informação às famílias, aos amigos e até mesmo às crianças e adolescentes. Sabrina, que doou o cordão umbilical da filhinha, quando ela nasceu e participa do cadastro de doadores voluntários de medula óssea, sugere: “É muito importante conversar sobre doação e para tirar o “peso” da família, declare-se doador e sua decisão será respeitada”. 

  O jogo digital  “Mitos Game”, lançado recentemente pela Unicred Porto Alegre, fez parte da conversa. De uma forma leve e bem-humorada Liége e Sabrina participaram do jogo, revelando alguns dos mitos e verdades sobre o processo de doação de órgãos. Por exemplo: poucos sabem, mas não há custo financeiro pois cerca de 95% dos transplantes realizados em todo o País, hoje, são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E sobre o doador com morte encefálica, somente depois da comprovação é que é analisada a possibilidade de doação de órgãos e tecidos, podendo salvar várias pessoas.

 “Estas verdades incontestáveis, entre tantos mitos, precisam ser conhecidas. Como um trabalho de formiguinha, vai se formando uma grande rede, com a causa ganhando cada vez mais credibilidade”, diz Liége, assegurando que muitas pessoas em ações diferentes sobre o assunto podem conseguir muitos resultados.

 Superação pós transplante

 Liége se tornou atleta após um transplante pulmonar. Como sempre gostou de praticar exercício físico, ainda em recuperação da cirurgia, voltou à rotina de treinos e começou a pesquisar sobre competições para transplantados.  Tornou-se atleta e, em sua primeira competição internacional, conseguiu trazer uma medalha de ouro para o Brasil – inédita para o País neste tipo de disputa esportiva. A medalha se encontra em exposição no museu da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

  Ao mesmo tempo, Liége criou o projeto Se Mexe TX, com o objetivo de incentivar transplantados a praticarem exercícios físicos e, hoje, acompanha os resultados positivos apresentados pelos transplantados. “Com a prática de exercícios, eles reinternam menos, trabalham normalmente e têm uma qualidade de vida melhor”, conclui.

 


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