Ordenhadeiras eletrônicas impulsionam produção de leite

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Tecnologias desenvolvidas pela NHS garantem funcionamento desses equipamentos para setor do agronegócio e já somam inúmeros projetos de implantação para esse segmento.

Estar no grupo dos principais produtores de leite do mundo não é fácil. Até o momento em que o Brasil passou a investir e se adaptar à tecnologia, tais fatores colocam o país cada vez mais no topo do ranking quando se trata de exportação de lacto. A façanha se deve graças ao uso eficiente de sistemas específicos aplicados ao agronegócio, como é o caso das ordenhadeiras eletrônicas.

De acordo com o gerente comercial da Milk Parts Sistemas de Ordenha, da cidade de Teutônia, Rio Grande do Sul, Laudecir Gross, são muitas vantagens em utilizar o sistema de extração de leite automaticamente. “Dessa maneira é possível ter maior redução da mão de obra, controle de informações, qualidade de vida para as vacas, melhor aproveitamento da ração, saúde, maior volume do leite e longevidade do rebanho”, afirma Gross.

Atualmente, o Brasil possui poucas unidades do sistema em plena operação. No entanto, existem inúmeros projetos de implantação por ser uma nova tendência tecnológica nesse segmento. “Em termos de ordenha robotizada, ou seja, 100% automatizada, a ideia é de que este sistema seja cada vez mais procurado”, acrescenta Gross.

Para coordenadora de Marketing da NHS, Debora Skrobot, o que antes era tendência, hoje se torna realidade para o setor. Para ela, fabricantes como a NHS, passaram a desenvolver produtos direcionados a esse segmento. “O mix de produtos de uma indústria é amplo e versátil. No caso do agronegócio, a aplicação de nobreaks vai garantir com eficiência a estabilidade desses equipamentos próprios para a extração do leite, sem comprometer a sua produção”, finaliza Débora.

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