Energia solar se beneficia de alta do preço da energia elétrica.
Opção só não se mostra viável em três Estados brasileiros, entre eles, Amazonas.
O aumento de 40% das tarifas cobradas pelas distribuidoras de energia elétrica no primeiro trimestre está abrindo espaço para a chamada geração de energia distribuída, principalmente a partir de painéis solares fotovoltaicos. A geração distribuída é a produção doméstica e em pequenas empresas de energia, a chamada microgeração.
De acordo com reportagem do Valor Econômico, a geração distribuída de energia solar já é economicamente viável em 23 Estados e no Distrito Federal. Ficam de fora apenas Amapá, Amazonas e Roraima, Estados cujo interessante econômico não é viável. O cálculo, feito pela consultoria PSR, leva em consideração o grau de radiação solar em cada região e a tarifa de energia de cada distribuidora.
O levantamento mostra que, considerando as áreas cujas concessionárias de energia estão com as tarifas mais elevadas, há usinas solares que se pagam em menos de seis anos. Além disso, o diretor da PSR, responsável pelo estudo, conta que os módulos têm garantia de 20 anos ou mais.
“No sétimo ano em diante, o sistema está pago e o usuário se beneficia da economia de energia.” Outra medida que pode estimular o setor é a possível isenção do ICMS para a energia produzida por módulos solares.
Fonte: Veja Online.
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