Expedição técnico-científica

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SP: Expedição técnico-científica é criada para fazer levantamento.

 

Equipes da Secretaria e do Ministério da Agricultura percorrerão, em fevereiro, todas as regiões do estado para coleta de amostras.

 

Com o objetivo de realizar um estudo que estabeleça diretrizes de defesa sanitária vegetal para prevenção, contenção e controle da Helicoverpa armigera, o Grupo Técnico (GT) da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo se reuniu, em 22 de janeiro, para discutir os resultados oficiais – negativos, até o momento – assim como os próximos passos em relação à lagarta.

 

Em novembro de 2013, espécimes (lagartas e adultos) foram coletados por fiscais estaduais da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), e federais do Ministério da Agricultura (MAPA), Superintendência de São Paulo, nos municípios de Avaré, Botucatu, Itapeva e Capão Bonito, locais com o maior número de relatos de indícios de ocorrência da praga.

 

As amostras foram analisadas pelo Instituto Biológico, único laboratório credenciado pelo MAPA no estado para diagnóstico fitossanitário. Fora essas amostras, o IB não recebeu nenhuma outra para análise por suspeita da Helicoverpa armigera.

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O GT ressalta que o fato da espécie H. armigera não ter sido detectada oficialmente, não significa que a praga não esteja presente no estado. Por este motivo, dá prosseguimento à suas ações e inicia uma expedição técnico-científica, que será realizada durante o mês de fevereiro, com abrangência em todo o território paulista.

 

O objetivo do trabalho é a continuidade do levantamento, do monitoramento georreferenciado, da avaliação de danos e do posicionamento fitossanitário legal em relação à lagarta Helicoverpa. A ‘expedição’ será composta por representantes do MAPA/SP e da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, órgãos com atribuição de defesa agropecuária no estado de São Paulo.

 

Com essas ações o GT espera orientar, conscientizar e tranquilizar o segmento produtivo e principalmente motivar o produtor rural a participar do processo de defesa agropecuária. Informações com tecnologia QR Code Em setembro do ano passado, o workshop “Ameaças fitossanitárias: construção de uma política de combate à Helicoverpa armigera e outras pragas exóticas para o estado de São Paulo”, promovido pelo Grupo de Trabalho da Secretaria, reuniu 300 pessoas em Campinas. Foram debatidos o histórico da praga, identificação, distribuição geográfica, manejo integrado, monitoramento e inspeção.

 

No evento foi lançado um material gráfico com as principais pragas exóticas potenciais e seus riscos ao agronegócio paulista e brasileiro, com a tecnologia do QR code. O dispositivo permite o acesse ao material, pelo celular, desde que tenha instalado o aplicativo, que é gratuito, e que haja acesso à internet.

 

Ao posicionar o leitor diante do código, o usuário é remetido a um site (poster01.defesaagropecuaria.com), com informações sobre as pragas exóticas que entraram no Brasil desde 1901, e que atacam a agricultura. Há também as pragas quarentenárias, para as quais existem normativas oficiais, e as que nunca foram identificadas em nosso território.

 

Ao alcance da mão, a tecnologia permite a visualização de fotos em alta definição, para facilitar a identificação, com nome científico, morfologia da praga, histórico de ocorrência no Brasil, bioecologia, danos, métodos de controle, e indicação de plantas hospedeiras.

 

Fonte: Secretaria de Agricultura – SP.


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