CNA discute como melhorar defesa agropecuária do País usando o exemplo do Paraná.
O objetivo é aprimorar as práticas de defesa sanitária e garantir seu status de área livre de aftosa, além de outras doenças dos bovinos.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu ontem com entidades do Paraná para discutir como melhorar o sistema de defesa agropecuária do País com base no modelo do Estado do Sul do País, informou a confederação, nesta terça-feira, 23, em nota.
Entre outros programas, o sistema de defesa paranaense tem a ajuda privada do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec), criado em 1995, que tem representantes de produtores e da indústria. O objetivo é aprimorar as práticas de defesa sanitária e garantir seu status de área livre de aftosa, além de outras doenças dos bovinos.
O Ministério da Agricultura, dentro do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), pretende suspender a vacinação contra a doença em todo o País. Para tanto, dividiu o País em várias áreas, escalonando prazos para que cada uma delas deixe de vacinar bovinos e bubalinos. O Paraná vacinou pela última vez seus rebanhos em maio deste ano, antecipando em um ano o prazo de retirada da imunização contra a doença. A decisão foi tomada, entre outros motivos, pelo eficiente sistema de defesa agropecuária no Estado.
“Um dos requisitos para que haja essa evolução (suspensão da vacinação) é a criação de um fundo público e um fundo privado. Por isso viemos buscar conhecimento do modelo que o Paraná tem consolidado há bastante tempo”, disse o coordenador do Grupo de Trabalho de Sanidade Animal da CNA, Maurício Saito.
Saito afirmou também que a entidade discute desenvolver um modelo parecido com o Fundepec para todos os Estados do Brasil: “discutimos para sabermos como foi criado, qual a forma de atuação, quais as formas de indenização ao produtor rural para que possamos desenvolver um modelo semelhante”.
Além da aftosa, também foi discutida outras doenças, como a tuberculose e brucelose, que têm índices relativamente baixos no Paraná, principalmente porque lá é regra eliminar animais com sintomas de tuberculose e indenizar o produtor, além de haver campanhas de conscientização sobre ambas as doenças. É também necessário comprovar que um animal não tem brucelose para que seu leite seja adquirido por laticínios.
FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO.
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